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Prefeitura recebe vacina da Pfizer mas ainda não definiu data para voltar a imunizar grávidas

·4 minuto de leitura

A vacinação de grávidas contra a Covid-19, suspensa há quase duas semanas, deve ser retomada nos próximos dias, em data ainda a ser definida pela prefeitura do Rio. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou nesta segunda-feira o recebimento de 101.700 doses da Pfizer, que vinha sendo aplicada como imunizante inicial para esse público, mas tinha se esgotado.

A Coronavac também é indicada, mas a secretaria informou que, no momento, está sendo aplicada apenas como segunda dose para quem já está no praso de recebê-las. As doses da Pfizer foram recebidas na sexta-feira e estão sendo distribuídas aos pontos de vacinação. Nos próximos dias estarão disponíveis para a população, com prioridade para gestantes e puérperas com comorbidades.

O retorno da imunização desse público é previsto para ocorrer ainda nesta semana. Na capital, a vacinação de gestantes e puérperas foi interrompida no começo do mês, depois das doses Pfizer se esgotarem para a primeira dose. A última remessa do imunizante foi de apenas 12 mil doses que se esgotaram no dia seguinte ao recebimento.

Também na última semana o município receberu 65.010 doses da AstraZeneca, a única disponpivel para primeira dose no momento.

Perto de atingir 50% com primeira dose

A Prefeitura do Rio tem acelerado o ritmo de imunização e não descarta novas antecipações do calendário, desde que receba novas remessas de vacina. Na semana passada, o cronograma já havia ganhado agilidade ao destinar apenas um dia por idade — inicialmente, eram três datas —, com atendimento das mulheres no turno da manhã e dos homens à tarde. Na primeira versão do calendário separado por idade, a capital terminaria a imunização das pessoas acima de 50 anos em 3 de julho. Agora, a previsão é que essa faixa etária seja contemplada até o próximo sábado.

Com a agilização do calendário, a prefeitura estima também que em breve vá alcançar a marca de 50% da população carioca elegível para a vacinação, ou seja, a partir dos 18 anos, imunizada com a primeira dose da vacina. A expectativa é que isso aconteça até a próxima quinta-feira, caso se mantenha o ritmo atual de vacinação.

De acordo com dados da prefeitura, divulgados na sexta-feira, até a véspera, 2.425.632 pessoas haviam tomado a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no Rio. Esse número representava 46% da população carioca elegível para a vacinação até quinta-feira passada. Nesta segunda-feira a Secretaria de Saúde informou que o índice tinha subido para 47,2%.

A médica Tânia Vergara, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia do Rio, diz que quanto mais rápido vacinar a população é menos risco de a doença avançar para seu estágio mais grave, além de barrar o surgimento de novas variantes da Covid-19. A especialista elogiou o ritmo da imunização na capital, mas acha que atingir 50% da população imunizada apenas com a primeira dose representa “meia alegria” e que, segurança mesmo só a partir da segunda dose.

— Quanto mais rápido é a vacinação, menor o risco de transmissão e o de ter doença grave. A rapidez da imunização também está relacionada a diminuição do risco de novas variantes aparecerem. É meia alegria (vacinar metade da população com a primeira dose). O Rio está indo muito bem. A vacinação é contínua e acontece aos sábados e feriados, diferentemente de outras cidades que suspenderam no feriadão e as pessoas ficaram quatro dias sem vacina. O Rio vem bem, no ritmo que pode atingir de acordo com as vacinas que recebe. A equipe tem se esforçado ao máximo. Toda vacina que recebe tem sido dada no menor tempo possível. Mas, a gente só terá segurança quando as duas doses da vacina forem feitas — alertou a especialista.

Sobre a segunda dose, a especialista diz que embora ainda não haja estudos indicando o tempo de imunidade que ela garante, todas as pesquisas são unânimes em indicar necessidade das duas doses.

— Você só atinge o percentual de eficácia que os estudos mostram quando toma as duas doses e mais quinze dias se passaram — disse, acrescentando novos estudos e pesquisas ainda serão necessários para garantir o tempo de imunidade.

Mesmo com o Rio perto de atingir os 50% de imunizados com a primeira dose da vacina, o infectologista Marcos Junqueira do Lago, do Hospital Universitário Pedro Ernesto, diz que ainda é cedo para relaxar:

—Não dá para relaxar. Se for 50% com a segunda dose aí sim. E com mais de 80% (imunizados) com a primeira (dose) — afirmou.

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