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Prefeitura promete acelerar obra em córrego após desabamento em Paraisópolis, na zona sul de SP

·3 min de leitura
***ARQUIVO***Sao Paulo, , BRASIL, 15-09-2021:  Paraisopolis faz 100 anos. Vista aerea da favela de Paraisopolis (Foto: Eduardo Knapp/ Folhapress)
***ARQUIVO***Sao Paulo, , BRASIL, 15-09-2021: Paraisopolis faz 100 anos. Vista aerea da favela de Paraisopolis (Foto: Eduardo Knapp/ Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo, gestão Ricardo Nunes (MDB), promete antecipar as obras de 1,5 km do córrego Antonico, na comunidade de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, após o desabamento de um sobrado no fim da tarde de sábado (16).

Um homem de 55 anos morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas no acidente na rua Itajubaquara, altura da rua Herbert Spencer, o que levantou as discussões a respeito das condições de moradia no local.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas crianças estavam entre os feridos, mas não tiveram o estado de saúde divulgado porque foram socorridas por pessoas da comunidade antes mesmo da chegada do socorro. Um homem de 48 anos fraturou a perna e outro de 49 anos teve escoriações no corpo. Eles foram levados ao pronto-socorro do Campo Limpo.

Sobre o córrego, onde também estava o sobrado, moram 1.500 famílias que precisam sair de suas casas para que as obras aconteçam. Ao deixarem o local, de acordo com o prefeito, os moradores receberão um aluguel social no valor de R$ 400.

"A prefeitura está aberta a resolver esta situação, que é muito crítica. Precisamos que as famílias saiam para fazer a demolição e reurbanização, por isso estamos pedindo a compreensão de todos. Para que eles possam sair porque estão em cima do córrego e o risco é muito grande", afirmou o prefeito, durante entrevista coletiva após reunião com moradores e líderes comunitários na manhã deste domingo (17).

De acordo com a prefeitura, as oito famílias que perderam a moradia no desabamento do sábado não entram neste critério porque serão atendidas de forma diferenciada. "Nem que seja para a colocação em um hotel de forma imediata", disse o prefeito, ao também afirmar que hoje 23 mil famílias da cidade estão incluídas no programa de aluguel social.

Um boletim com avaliação técnica do local, a realocação das famílias que moram atualmente em área de risco, o pronto atendimento dos atingidos com uma moradia segura e definitiva e as obras de reurbanização do córrego Antonico foram os pedidos dos moradores e líderes de Paraisópolis durante a reunião com o prefeito.

"São 3.000 famílias no total em cima do córrego e que estão correndo esse risco. Teremos grandes chuvas, já para amanhã (segunda-feira, 18) existe a previsão de uma grande chuva, estamos preocupados com novas situações, já que os moradores têm alertado sobre estralos ouvidos por lá", disse o líder comunitário Gilson Rodrigues.

De acordo com ele, a obra do córrego estava prevista dentro do programa de urbanização da região. "Essas casas margeiam o córrego Antonico, que passa em baixo de outras. É uma região bastante difícil, que já alaga há muitos anos. Qualquer chuvinha enche de 2 a 3 metros nas casas das pessoas, que perdem tudo. É uma questão antiga, desde 2005 esta obra está prevista e nada acontece."

Mais chuva De acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) da Prefeitura de São Paulo, a segunda-feira (18) será chuvosa e com temperaturas baixas para esta época do ano, entre 14°C e 17°C. Há previsão de chuva moderada a forte entre a madrugada e início da tarde com potencial para formação de alagamentos, o que eleva os riscos de deslizamentos de terra nas áreas de encosta.

Ainda segundo o CGE, na terça-feira (18), o cenário deve se repetir com céu encoberto, chuva fraca e garoa intermitente. Por conta dos ventos e da umidade alta, a sensação térmica será inferior ao aferido pelos termômetros, que devem ficar entre 13°C e 17°C.

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