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Prefeitura diz que Rio está há três dias sem registrar óbitos por Covid-19

·2 min de leitura

RIO — A prefeitura do Rio informou nesta sexta-feira que a cidade não registra novos óbitos por Covid-19 há três dias. Segundo a secretaria municipal de Saúde, não houve confirmação de mortes pela doença nos dias . Atualmente a média móvel de óbitos pelo coronavírus na cidade é de dois por dia.

Os números podem ser revistos futuramente porque pode haver atraso na digitação das mortes no sistema. Dados do Portal da Transparência da Covid mantido pelos cartórios apontam que houve ao menos uma morte suspeita ou confirmada de Covid-19 registrada no período.

Réveillon 2022: Comitê do estado analisa alternativas para Copacabana

Em parecer preliminar, o Grupo Técnico de Assessoramento a Eventos de Saúde Pública, junta de especialistas que auxiliam a Secretaria de Estado de Saúde do Rio em decisões sobre a pandemia de Covid-19, não recomendou a realização da festa de réveillon de Copacabana em seu formato clássico: com grandes aglomerações na orla da praia, todo mundo sem máscara. Os técnicos da pasta estudam, além do próprio cancelamento do evento, formatos alternativos para as comemorações — como o uso obrigatório de máscaras ou a redução do número de pessoas presentes.

A questão foi discutida numa reunião que aconteceu nesta quinta-feira, segundo o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe. A conclusão da pasta foi de que, a princípio, a realização das festas de Copacabana em seu formato clássico é temerária.

— No meu entendimento, essa decisão, que não é definitiva, é baseada em incertezas, que certamente, ao longo das próximas semanas, a gente vai compreender melhor o comportamento dessa nova linhagem. O combinado é que essa decisão vai ser postergada por mais alguns dias. Em havendo mudança nesse cenário, isto é, tendo melhores respostas, vamos poder tomar a melhor decisão — diz o secretário.

Uma nova reunião do grupo deve acontecer na próxima quarta-feira. Chieppe informa que o posicionamento definitivo da Secretaria de Estado de Saúde (SES) pode sair até na própria véspera do réveillon, mas a intenção é reunir informações suficientes para subsidiar a decisão do governador Cláudio Castro e das prefeituras até o dia 15.

Para isso, no entanto, a SES e seus assessores técnicos precisam de dados sobre diferentes aspectos da nova cepa, como sua agressividade, sua letalidade e, sobretudo, seu impacto sobre a proteção conferida pelas vacinas.

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