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Preços de alimentos da cesta básica devem cair nos próximos meses

·2 min de leitura
Carne é um dos produtos que podem ter seu preço em queda. (FOTO: YASUYOSHI CHIBA/AFP/Getty Images)
Carne é um dos produtos que podem ter seu preço em queda. (FOTO: YASUYOSHI CHIBA/AFP/Getty Images)
  • Dos 5 principais itens em queda na inflação de outubro, todos são alimentos;

  • Segundo economista da FGV, a previsão é de uma deflação nos preços;

  • Embargo chinês a carne bovina brasileira também pode colaborar para queda; 

Nos próximos meses, os consumidores podem ter uma grande queda de preços nos supermercados em itens essenciais presentes na cesta básica. Segundo o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz, em entrevista à CNN Brasil, a previsão é de uma deflação nos alimentos como carne bovina, leite e frango, o que pode refletir no preço final ao público.

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A queda nos valores de algum dos itens da cesta básica brasileira já se viu no índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) de outubro, divulgado na segunda-feira (08) pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV). Dos cinco principais itens em queda na inflação, todos eram alimentos, incluindo carne bovina (-7,71%), milho em grão (-4,45%), soja (-0,38), feijão (-4,79%) e leite industrializado (-4,01%). De acordo com o economista à CNN, a volta das chuvas influenciou no declínio dos preços.

“A queda nos preços desses alimentos aos produtores antecipa a possível deflação no varejo, aos consumidores finais. A volta das chuvas faz a agricultura ter previsões mais otimistas para o futuro das safras, além de ajudar na recuperação dos pastos, usado para a alimentação dos gados. Com isso, o pecuarista consegue engordar o gado só deixando ele solto, com custo reduzido de rações. Esse cenário melhora a oferta de carne e de leite”, explicou André Braz à CNN Brasil.

Preços podem cair também por conta do embargo chinês à carne bovina

Outro fator que pode estar ligado à queda nos preços de alimentos é o embargo da exportação da carne bovina brasileira para a China. Os chineses vetaram nos últimos dois meses a compra da carne brasileira, depois da suspeita de casos de doença da “vaca louca”, fato que finalmente pode se refletir nos preços ao consumidor. 

Apesar da deflação nos itens, Braz destacou à CNN que o consumidor não pode comemorar tanto. Isso porque os itens sofreram diversas altas consecutivas. “No momento, qualquer queda no preço é bem-vinda a todos os consumidores, principalmente itens importantes. Mas, após tantas altas, esse declínio pode não se destacar tanto”, diz o economista.

Por outro lado, combustível deve ser o destaque da inflação. Ao contrário dos alimentos, o combustível deve ser o destaque da inflação no mês de novembro. O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), também divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE-FGV) aponta alta de 10,24% no óleo diesel e 2,73% da gasolina em outubro. 

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