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Preço dos alimentos no Brasil cresce 15% em um ano, aponta IBGE

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Preço dos alimentos cresceram em média 15% no último ano
Preço dos alimentos cresceram em média 15% no último ano
  • Cenoura quase triplicou de preço, registrando uma alta de 195%;

  • Tubérculos e raízes apresentaram a maior alta, de 68% no último ano;

  • Preço dos alimentos foi medido pelo IBGE para da pesquisa do IPCA-15.

O levantamento da inflação de abril, medida pelo IPCA-15, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que os alimentos da mesa dos brasileiros ficaram 15% mais caros do último ano para agora.

Essa alta, no entanto, é apenas uma média, com diversos alimentos apresentando uma alta ainda maior. Os tubérculos e as raízes, como o aipim e a abobrinha, registraram uma alta de 68% nos últimos 12 meses, sendo 46,75% somente neste ano de 2022.

A cenoura e o tomate, por sua vez, apresentaram um encarecimento ainda maior, de 195% e 117,49% neste último ano. A batata registrou um aumento de 38,68%, enquanto o preço da laranja-baía cresceu 25,4%, e o do mamão 40,33%.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a transição das safras de verão para inverno pressiona o preço para cima, por conta da queda da demanda. A cenoura, por sua vez, teve um aumento ainda mais expressivo devido à perda na produção, causada pelas chuvas em Minas Gerais.

O segundo grupo mais afetado pela alta dos preços foram as hortaliças e as verduras, que subiram 35,75%. Só o repolho ficou 60% mais caro entre o ano passado e hoje, enquanto o preço da alface cresceu 46,22%.

Alimentos processados, como é o caso do macarrão e da farinha também apresentaram alta nesse último ano, com um aumento de 15,04% e 19,82% respectivamente. Já o óleo de soja, utilizado na cozinha em todo Brasil, registrou uma subida de 30%. Até mesmo o fubá, tradicionalmente um dos alimentos mais baratos alcançou um aumento no preço de 29%. Por fim, tanto o açúcar cristal quanto o açúcar refinado marcaram uma inflação por volta dos 37%.

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