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Preço do petróleo fica perto de R$ 500 o barril desde 2014

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Contratos de petróleo subiram mais de 2% na quarta-feira, ultrapassando US$ 90 (cerca de R$ 500) o barril pela primeira vez desde 2014 (Getty Images)
Contratos de petróleo subiram mais de 2% na quarta-feira, ultrapassando US$ 90 (cerca de R$ 500) o barril pela primeira vez desde 2014 (Getty Images)
  • Demanda altíssima e oferta cada vez menor elevaram o preço do petróleo bruto;

  • EUA prometem petróleo e gás natural para a Europa se Moscou cortar o fornecimento;

  • Aumento dos preços é preocupação importante para governo Biden antes das eleições.

O preço do petróleo ultrapassou a casa dos US$ 90 (quase R$ 500) o barril na última quarta-feira (26) - sua marca mais alta em oito anos, já que a oferta limitada aliada à perspectiva de uma invasão russa na Ucrânia fez os preços da energia dispararem. Os contratos de petróleo Brent, referência internacional, subiram mais de 2%, para US$ 90,07, enquanto os de petróleo WTI (West Texas Intermediate) estavam sendo negociados a US$ 87,43 por barril - também subindo mais de 2%.

Leia também:

Crise geopolítica reflete no preço

O mundo está observando de perto a escalada da crise geopolítica na Europa Oriental, com os EUA prometendo fornecer petróleo e gás natural para a Europa se Moscou cortar o fornecimento em retaliação às sanções - prometidas pelo governo Biden contra a Rússia se suas forças invadirem a Ucrânia

Os temores de uma ação militar russa se aprofundaram à medida que Moscou aumentava constantemente seu acúmulo militar ao longo da fronteira com a Ucrânia. Alguns estimam que existam 100 mil soldados ou mais ao longo da fronteira. Forças russas foram vistas recentemente movendo equipamentos militares para a Bielorrússia – alimentando temores de uma invasão do norte.

Preço pode subir ainda mais entre 2022 e 2023

Na última semana, analistas do Goldman Sachs previram que o petróleo ultrapassaria US$ 100 (cerca de R$ 540) o barril no terceiro trimestre deste ano - talvez subindo até US$ 105 por barril no primeiro trimestre do próximo ano -, por conta de um “déficit surpreendentemente grande” no mercado de petróleo. Isso, à medida que a demanda retorna aos níveis pré-pandêmicos, apesar do recente aumento nos casos alimentados pela variante Ômicron.

Reflexo nos postos de combustíveis

Os preços crescentes da energia estão custando mais aos americanos na bomba. Em todo o país, os americanos estão pagando US$ 3,34 (quase R$ 18) por galão, em média - um aumento acentuado de US$ 2,40 por galão, em relação a um ano atrás. A tendência, no entanto, é de que isso piore ao longo deste ano, já que - segundo a GasBuddy - os preços na bomba podem chegar a US$ 4 (superando a casa dos R$ 21) por galão até o Memorial Day, celebrado no dia 30 de maio. O aumento dos preços é uma preocupação importante para o governo Biden antes das eleições de meio de mandato de 2022. A inflação atingiu 7% em dezembro, o nível mais alto em quatro décadas.

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