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Preço do gás de cozinha já aumentou R$ 45 em três anos

Gás de cozinha tem pesado cada vez mais no orçamento das famílias. (Pedro Ventura / Agência Brasília)
Gás de cozinha tem pesado cada vez mais no orçamento das famílias. (Pedro Ventura / Agência Brasília)
  • Valor do gás de cozinha já representa cerca de 9% do salário mínimo;

  • Petrobras já anunciou 20 reajustes no GLP desde 2019;

  • Último aumento anunciado foi em março deste ano.

Desde de que a Petrobras passou a adotar o preço internacional para vender o GLP, o gás de cozinha, o botijão usado por boa parte das famílias brasileiras já teve um aumento de 64%. Em setembro de 2019, o botijão custava, em média, R$ 68,85. Atualmente esse preço é de R$ 113,11, uma alta de R$ 45.

O gás de cozinha já representa cerca de 9% do salário mínimo, em 2019, o preço do gás representava 7%. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e compilados pela CNN Brasil.

Ao todo, desde o início da paridade com os preços internacionais, a Petrobras já anunciou 20 reajustes no GLP. O último aumento anunciado foi em março deste ano, quando o preço médio de venda para as distribuidoras passou de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg. Antes desse aumento, o último reajuste tinha acontecido em outubro de 2021.

Combustíveis em alta

E não é só o GLP que tem sofrido uma escalada recorde. Segundo dados da ANP, a gasolina comum subiu pela quarta semana consecutiva no Brasil e registrou o maior preço médio da série histórica do levantamento semanal de preços.

O levantamento começou em 2004. Na última semana, o combustível foi verificado com o preço médio de R$ 7,29 no Brasil, aumento de cerca de um centavo em comparação com os R$ 7,28 da semana anterior.

O diesel, utilizado principalmente por veículos de grande porte como caminhões e ônibus, também registrou alta pela quarta semana consecutiva. O preço médio do combustível chegou aos R$ 6,63 nesta semana, frente aos R$ 6,61 na última semana.

A alta na gasolina tem sido o vilão para a inflação brasileira, puxando a taxa para a maior para o mês de abril desde 1995, quando ficou em 1,95%. Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado uma prévia da inflação oficial do país – acumula alta de 12,03%, acima dos 10,79% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

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