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Preço do café da manhã registra aumento de 10%

·2 min de leitura
Café da manhã fica mais caro em todo Brasil após aumento no valor dos ingredientes.
Café da manhã fica mais caro em todo Brasil após aumento no valor dos ingredientes.
  • Café da manhã fica mais caro, pão francês sofreu aumento de 8,13%; café marcou alta de 28,69%.

  • Alta no dólar nos custos de produção são citados como principais causadores

  • IPCA já registrou alta de 10,25% nos últimos 12 meses.

O tradicional café da manhã do brasileiro, um pão na chapa e um café, acumulou um aumento de 9,40% nos últimos 12 meses, de acordo com um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). O aumento registrado é levemente menor que a inflação do período, que marca 9,60% (IPC-DI/FGV).

O pão francês, presente nas mesas de café da manhã de todo o Brasil, marcou um aumento de 8,13%. O queijo minas teve uma alta de 12,7%. Já o café em pó e a margarina tiveram uma elevação de preço de quase um quarto de seu valor, 28,69% e 24,3%, respectivamente.

A alta do dólar, mudança da bandeira tarifária e aumento nos custos de produção, do gás e das embalagens são apontados como os principais responsáveis pelo crescimento nos preços.

“Nosso principal ingrediente, que é a farinha, é cotada em dólar. As embalagens de plástico e papel tiveram alta nos preços, a energia elétrica está no mais alto patamar já registrado. Tudo isso contribuiu para que o valor do pãozinho também fosse reajustado. Nós tentamos, ao máximo, não repassar isso para os clientes, mas chega um momento que é impossível”, destaca Roberto Badro, presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de Petrópolis.

Segundo Matheus Peçanha, pesquisador da FGV Ibre responsável pelo levantamento, ainda demorarão para os preços dos alimentos se normalizarem. "Apesar de várias commodities alimentícias aparentarem ter superado a crise climática, sobretudo milho e soja, a transmissão de preços desde o produtor de ração, passando pelo pecuarista até chegar ao consumidor final leva tempo, e uma nova tendência de alta no câmbio pode atrapalhar o preço do pãozinho", explicou o economista.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como reportado no início do mês, teve sua maior alta mensal desde 1994, ano de criação do Plano Real, acumulando uma alta de 10,25% nos últimos 12 meses.

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