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Preço do aluguel em SP bate recorde e m² atinge quase R$ 40

Photos make with DJI Mavic 2 Pro, at Parque das Perdizes, São Pauloo
Preços superam os praticados antes da pandemia

(Getty Images)

  • Morar de aluguel em São Paulo fica mais caro pelo 10º mês consecutivo;

  • Preço do metro quadrado bate recorde e atinge R$ 39,51;

  • Abril de 2022 foi o mês mais caro da história, contando a partir de 2019.

Morar de aluguel em São Paulo não está saindo barato aos bolsos dos paulistanos. Em abril deste ano, o metro quadrado atingiu R$ 39,51, o maior preço já registrado em toda a série histórica do Índice QuintoAndar de Aluguel, iniciada em 2019. As informações são da Exame.

Em comparação com março, a alta foi de 1,28%. Este também é o décimo mês consecutivo de aumento nos preços do metro quadrado que, em 12 meses, ficou 9,87% mais caro. Com os resultados de abril, mais da metade dos bairros de São Paulo superaram a média de preços anterior à pandemia de Covid-19, época em que o maior preço registrado foi de R$ 39,15, em março de 2020.

Apesar de reforçar o reaquecimento do mercado imobiliário na capital, a mudança não acontece em toda a cidade, segundo Thiago Reis, gerente de Dados do QuintoAndar.

“O valor do aluguel foi afetado em quase todos os bairros durante os meses iniciais da pandemia, em 2020. O tamanho do impacto e o tempo de recuperação, porém, são bastante distintos. Bairros com maior quantidade de apartamentos de um quarto, como Vila Clementino e Liberdade, só conseguiram recuperar os preços com a retomada da procura por esses tipos de imóvel nos últimos meses, com o arrefecimento da crise sanitária”, afirma.

Além disso, Pinheiros e Vila Olímpia, zonas quentes de negociação na cidade, ainda estão longe de se recuperarem. A dificuldade não é encontrada em locais como Tatuapé e Mooca, por exemplo, que já apresentam uma retomada do preço médio do metro quadrado.

Dentre os principais fatores para a recuperação, estão: temporada de procura de aluguéis, busca por studios e imóveis com um dormitório e aumento nos preços de apartamentos com dois e três dormitórios. A retomada da atividade econômica e volta do trabalho presencial contribuem com tais fenômenos.

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