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Preço de carros usados sobe mais de 20% e procura dispara

·2 minuto de leitura
Carros em fileira
Venda de um carro usado ao longo de um ano tem sido feita por preços mais altos do que os pagos no momento da compra
(Getty Images)
  • Em vez de perderem valor, carros usados ao longo de um ano estão aumentando de preço

  • A procura por modelos do segmento aumentou, sendo 48,8% maior do que em 2020

  • Expectativa é de que até o final do ano o mercado de carros usados feche com recorde histórico

Os preços de carros usados subiram mais de 20% em um ano. Devido à falta de automóveis novos no mercado, modelos como Volkswagen T-Cross e Gol tiveram valorização de 27% e 24%, respectivamente, em um ano, conforme aponta a KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos.

Isso significa que a venda de um carro usado ao longo de um ano pode ser feita por preços maiores do que os pagos no momento da compra. Isso é algo que não se via desde a época da hiperinflação nos anos 1980, já que o normal é que um automóvel perca entre 15% e 20% de seu valor após um ano de uso.

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A procura pelos modelos de segunda mão também disparou. Somente até agosto deste ano, foram mais de 7,59 milhões de veículos vendidos, número 6,6% superior ao de 2019, ano com o melhor registro da história. Com relação a 2020, um dos mais fracos por conta da pandemia, a alta é de 48,8%.

Ana Renata Navas, diretora-geral da Cox Automotive do Brasil, dona da KBB, explica que o aumento na procura e valorização dos preços tem a ver com a pronta entrega do segmento ao consumidor, já que muitos modelos novos têm fila de espera de quatro a seis meses. Além disso, “com menos veículos seminovos e usados disponíveis nos estoques das lojas, há mais pressão sobre os preços”, informa.

De acordo com o vice-presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior, o mercado de usados deve fechar o ano com mais de 11 milhões de carros vendidos, atingindo o melhor resultado da história.

Ainda assim, a previsão de economistas aponta que o mercado de usados cresça em ritmo moderado a partir de 2022, ao passo que o de novos melhore seu desempenho. Isso deve-se, especialmente, ao fim da escassez de semicondutores por volta do segundo semestre do ano que vem.

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