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Preço da gasolina nos EUA chega a R$ 11 o litro

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(Photo by Zou Zheng/Xinhua via Getty Images)
(Photo by Zou Zheng/Xinhua via Getty Images)
  • Preços praticados são os mais altos nos últimos 7 anos

  • Expectativa é que a demanda do inverno encareça mais a gasolina

  • No Brasil, ANP nega o risco de desabastecimento

Esta semana em postos de gasolinas por todo os Estados Unidos, os preços da gasolina bateram alta não vista nos últimos sete anos, com o preço médio em 3,50 dólares por galão ou 5,22 reais por litro, mas no interior da Califórnia ao longo da costa Big Sur, os preços explodiram.

Em Gorda, por exemplo, um posto de gasolina está cobrando 7,59 dólares por galão, 11,30 reais por litro, do combustível comum. O galão da premium está chegando aos 8.50 dólares, isto são 12,68 reais por litro. As informações são da emissora KFSN.

Para os americanos comuns, os preços estão se tornando impraticáveis. Encher um tanque pequeno, que comporte 10 galões, custa cerca de 75 dólares ou 423 reais.

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Apesar de haver alguns motivos aparentes que possam justificar esse fenômeno, como os efeitos da pandemia, o preço da gasolina é resultado de um emaranhado de fatores complexos, que envolvem o mercado nacional e internacional.

As decisões dos países exportadores de petróleo, por exemplo, fazem parte desses fatores complexos. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e outros países produtores recentemente reafirmaram os planos de gradualmente aumentar a produção de petróleo, apesar das pressões contrárias dos Estados Unidos e da Índia.

"Com os preços do petróleo cru permanecendo elevados, os preços na bomba seguirão o exemplo porque o custo do petróleo bruto representa mais da metade do preço de cada galão de gasolina", disse um blog da Associação do Automóvel Americana. A demanda de petróleo, disse a publicação, só deve aumentar com a aproximação do inverno nos países do norte, e isso pode colocar mais pressão sobre a oferta nos próximos meses.

Aqui no Brasil, a ANP negou o risco de desabastecimento de combustíveis no país. Com a alta do dólar, as importações ficaram impraticáveis para as distribuidoras regionais, o que levou ao aumento nos pedidos à Petrobras.

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