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Preços do petróleo sobem mais de U$2 apesar de decisão da Opep+ sobre oferta

Laura Sanicola
·2 minuto de leitura
Logo da Opep fotografado durante reunião informal de membros do grupo na Argélia

Por Laura Sanicola

NOVA YORK (Reuters) - Os preços do barril de petróleo avançaram mais de 2 dólares nesta quinta-feira, apesar da notícia de que a Opep+ chegou a um acordo para relaxar gradualmente, a partir de maio, seus cortes de produção.

O petróleo Brent fechou em alta de 2,12 dólares, ou 3,4%, a 64,86 dólares por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) avançou 2,29 dólares, ou 3,9%, para 61,45 dólares o barril.

A Opep+, que compreende a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), a Rússia e outros produtores aliados, concordou em flexibilizar seus cortes de oferta em 350 mil barris por dia (bpd) em maio, em mais 350 mil bpd em junho e em outros 400 mil bpd em julho.

"Ironicamente, o mercado comprou a história da Opep+, de que a demanda vai aumentar e esses barris serão necessários, apesar dos vários pedidos de cautela emitidos pela Opep nos dias que antecederam a reunião", disse Bob Yawger, diretor de futuros de energia do Mizuho.

Pelo acordo desta quinta-feira, os cortes totais implementados pela Opep+ ficarão pouco acima dos 6,5 milhões de bpd a partir de maio. Atualmente o grupo tem reduzido a oferta em 7 milhões de bpd, enquanto a Arábia Saudita realiza um corte voluntário adicional de 1 milhão de bpd.

"Aparentemente, a Opep+ está dando muita ênfase aos grandes progressos com a vacina (contra Covid-19) em importantes regiões consumidoras, como os EUA e partes da Ásia", afirmou Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates em Galena, Illinois.

O vice-primeiro-ministro da Rússia, Alexander Novak, disse durante a reunião que espera que a demanda global por petróleo cresça entre 5 milhões a 5,5 milhões de bpd neste ano.

"O cartel parece estar bancando uma melhora sazonal de demanda mais forte do que o normal", opinou Ritterbusch.

(Reportagem adicional de Bozorgmehr Sharafedin, em Londres, e Aaron Sheldrick, em Tóquio)