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Preços do petróleo sobem com redução de estoques nos EUA, mas demanda ainda preocupa

Laura Sanicola
·1 minuto de leitura
Bombeamento de petróleo em Midland, Texas (EUA)

Por Laura Sanicola

LONDRES (Reuters) - Os preços do petróleo avançaram nesta quarta-feira, apoiados por uma redução nos estoques da commodity nos Estados Unidos e pela aprovação de uma segunda vacina contra o coronavírus no Reino Unido, embora a crescente oferta em comparação com o ano passado seja um fator de pressão.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 0,25 dólar, a 51,34 dólares por barril, nível inferior à máxima de 51,56 dólares registrada na sessão e muito abaixo do preço de 66 dólares visto no início do ano.

Já o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,40 dólar, para 48,40 dólares o barril, substancialmente abaixo da marca de 62 dólares na qual começou 2020.

Ambos os contratos chegaram a cair no início da sessão, à medida que um pacote maior de auxílio fiscal nos EUA aparenta ser cada vez mais improvável, reduzindo as expectativas de uma recuperação mais rápida da demanda por petróleo, que foi amplamente afetada pela pandemia de Covid-19.

Os preços tiveram rali após um relatório da Administração de Informação sobre Energia (AIE) mostrar que os estoques norte-americanos de petróleo recuaram em 6,1 milhões de barris na última semana, para 493,5 milhões de barris.

Mas operadores destacaram que, ainda assim, as reservas de petróleo dos EUA terminam o ano em patamar mais de 10% superior ao visto na última semana de 2019.

"Não conseguimos diminuir os níveis dos estoques nem com uma queda de 6,1 milhões de barris, o que é triste, mas uma realidade --e empurrou o mercado para um grande rali", disse Bob Yawger, diretor de Futuros de Energia do Mizuho.

(Reportagem adicional Shadia Nasralla e Naveen Thukral)