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Preços do petróleo sobem 2% com cortes de oferta e expectativas de estímulos

Stephanie Kelly
·2 minuto de leitura

Por Stephanie Kelly

NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo avançaram 2% e atingiram o maior nível em um ano nesta segunda-feira, com o Brent superando a marca de 60 dólares por barril, impulsionados por cortes de oferta entre importantes países produtores e expectativas de novos estímulos econômicos nos Estados Unidos.

O petróleo Brent fechou em alta de 1,22 dólar, ou 2,1%, a 60,56 dólares por barril, enquanto o petróleo dos EUA (WTI) avançou 1,12 dólar, ou 2%, para 57,97 dólares o barril. Ambas as referências alcançaram os mais altos patamares desde janeiro de 2020.

"Conseguir romper os 60 dólares de novo nos faz sentir que o mercado está finalmente ressurgindo depois da grande luta, tomando um fôlego adequado", disse Paola Rodriguez Masiu, vice-presidente de mercados de petróleo da Rystad Energy. "Isso dá uma sensação de normalidade novamente".

Brent e WTI avançaram mais de 60% desde o início de novembro, devido ao otimismo em torno das distribuições de vacinas contra o coronavírus, além dos cortes de produção dos membros da Opep+.

"Parece que há uma mudança de paradigma no mercado", afirmou Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago. "Existe uma noção de que o excesso de oferta de petróleo está desaparecendo mais rapidamente do que se imaginava ser possível."

A Arábia Saudita se comprometeu a realizar cortes adicionais de produção em fevereiro e março, após reduções de oferta promovidas também por outros membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados.

Em um sinal de que as ofertas imediatas estão ficando apertadas, o spread de seis meses do Brent atingiu uma máxima de 2,54 dólares nesta segunda-feira, maior nível desde janeiro do ano passado, indicando demanda pela oferta atual.

(Reportagem adicional de Bozorgmehr Sharafedin, em Londres, e Florence Tan, em Cingapura)