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Preços do petróleo retomam alta com improvável liberação de reserva dos EUA

·1 minuto de leitura
Bombas de petróleo nos arredores de Paris, na França.

Por Brijesh Patel

BENGALORE (Reuters) - Os contratos futuros do petróleo se recuperaram nesta quinta-feira, já que o mercado considerou improvável que os Estados Unidos liberassem reservas de emergência ou proibissem as exportações para aliviar a oferta restrita.

Os futuros do Brent avançaram 0,87 dólar, ou 1,1%, para fechar em 81,95 dólares o barril, enquanto o petróleo dos EUA subiu 0,87 dólar, ou 1,1%, para fechar em 78,30 dólares o barril. No início do dia os preços de ambas as marcas de referência caíram 2% o barril.

O Departamento de Energia dos EUA disse que todas as "ferramentas estão sempre na mesa" para lidar com as condições restritas de oferta de energia no mercado.

O departamento fez o comentário entre questionamentos sobre se o governo do presidente Joe Biden está considerando explorar suas Reservas Estratégicas de Petróleo (SPR, na sigla em inglês) ou buscar a proibição de exportações de petróleo para reduzir o custo da commodity.

Enquanto isso, o conselheiro de segurança nacional do Biden pediu aos fornecedores de energia que aumentem os fluxos para atender à demanda, dizendo que os Estados Unidos estão preocupados com o fracasso em relação a isso.

Os EUA usaram suas reservas estratégicas ocasionalmente, após furacões ou outras interrupções no abastecimento. No entanto, desde o fim da proibição de 40 anos de exportações de petróleo em 2015, o país se tornou um exportador significativo e não abordou o corte nas exportações.

No início desta semana, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) concordou em aumentar a produção apenas gradualmente, levando os preços do petróleo a máximas de vários anos.

(Reportagem de adicional de Arpan Varghese em Bengalore, Ahmad Ghaddar em Londres, Naveen Thukral em Cingapura)

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