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Preços do petróleo recuam com mercado volátil e investidores buscando clareza sobre Opep

·2 minuto de leitura
Logo da Opep na Argélia.

Por Laila Kearney

NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo recuaram mais de 1 dólar por barril nesta quarta-feira, em mais uma sessão volátil com investidores receosos de que o colapso nas conversas na Opep+ esta semana poderia significar que mais oferta, não menos, está a caminho.

Os mercados do petróleo estiveram vólateis nos últimos dois dias após fim das discussões de impasse entre o maior produtor de petróleo, Arábia Saudita, e os Emirados Árabes Unidos, sinalizando que os investidores estão incertos sobre o que o impasse da Opep+ significa para a produção mundial.

O petróleo Brent fechou em 73,43 dólares o barril, recuando 1,10 dólar, ou 1,5%. Enquanto o petróleo dos EUA (WTI) fechou em 72,20 dólares o barril, recuando 1,17 dólar ou 1,6%. Ambas as referências tiveram forte alta em mais de 1 dólar mais cedo na sessão, similar ao movimento de terça-feira.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados incluindo a Rússia, conhecida como Opep+, restringiu oferta por mais de um ano desde que a demanda despencou durante a pandemia do coronavírus.

O grupo ainda está mantendo quase 6 milhões de barris por dia de cortes na produção. A expectativa era de acrescentar oferta, porém os três dias das reuniões falharam ao fechar divisões entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

Por enquanto, o acordo existente - que mantém a oferta ainda mais restrita - permanece em vigor. Porém os desentendimentos também poderiam levar os produtores, ansiosos para capitalizar na recuperação da demanda, a começar a ofertar mais petróleo.

"Algumas pessoas estão temendo uma guerra de produção, porém eu acho que a maioria das pessoas pensam que isso é improvável", disse Phil Flynn, analista sênior da Price Futures Group em Chicago. "É possível que os Emirados Árabes Unidos deixem a Opep e façam seu próprio negócio, e se isso acontecer, seria uma questão de competição por participação do mercado".

(Por Laila Kearney)

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