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Preços do petróleo caem com temores de impacto da economia global sobre demanda

·2 minuto de leitura
Bomba de petróleo na bacia de Permian, Texas

Por Noah Browning

LONDRES (Reuters) - Os preços do petróleo caíam nesta quarta-feira, à medida que aumenta a percepção de que a demanda pode ser afetada pela inflação e os problemas da cadeia de abastecimento que pressionam as principais economias, embora os valores crescentes do combustível para geração de energia limitem as perdas.

O petróleo Brent recuava 0,24 dólar, ou 0,29%, a 83,18 dólares por barril, às 12:15 (horário de Brasília).

O petróleo dos Estados Unidos caía 0,17 dólar, ou 0,21%, a 80,47 dólares por barril.

Pesando nos preços, a China, o maior importador de petróleo do mundo, divulgou dados mostrando que as importações de setembro caíram 15% em relação ao ano anterior.

A China, junto com a Europa e a Índia, continua sofrendo uma escassez de carvão e gás natural, o que elevou os preços dos combustíveis para geração de eletricidade e está fazendo com que os derivados de petróleo sejam usados ​​como substitutos.

O grupo de produtores Opep disse em seu relatório mensal nesta quarta-feira que os preços recordes do gás natural podem impulsionar a demanda por petróleo.

"Se essa tendência continuar, combustíveis como óleo diesel e nafta podem ver apoio, impulsionados pela maior demanda por geração de energia, refino e uso petroquímico", disse a Opep.

O maior problema para os mercados, no entanto, é o impacto da crise de energia, especialmente na segunda maior economia do mundo, a China, sobre a demanda por petróleo.

O Fundo Monetário Internacional cortou na terça-feira sua perspectiva de crescimento para os Estados Unidos e outras grandes economias, com a preocupação de que interrupções na cadeia de suprimentos e pressões de custo estão impedindo a recuperação econômica global da pandemia.

Um dólar americano forte, negociado perto de sua maior alta em um ano, também pesou sobre os preços do petróleo, pois torna o petróleo mais caro para quem possui outras moedas.

(Reportagem adicional de Sonali Paul em Melbourne e Florence Tan em Cingapura)

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