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Preços de petróleo avançam 4% na semana, sem sinais de melhora na crise de energia

·1 minuto de leitura

Por Jessica Resnick-Ault

NOVA YORK (Reuters) - O petróleo subiu nesta sexta-feira, ganhando cerca de 4% na semana, enquanto uma crise global de energia elevou os preços dos Estados Unidos à máximas em quase sete anos, ao mesmo tempo que grandes usuários de energia encontram dificuldades para atender à demanda.

Mesmo com o crescimento da demanda mundial, à medida que a atividade econômica se recupera de mínimas pandêmicas, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e produtores aliados (Opep+) disse esta semana que continuará no caminho para trazer gradualmente de volta a produção.

Enquanto isso, o governo dos EUA informou que estava monitorando os mercados de energia, mas não anunciou ações imediatas para diminuir os preços, como a liberação de reservas estratégicas de petróleo, que apoiaram ainda mais o mercado de petróleo.

Os contratos futuros do petróleo Brent avançaram 0,44 dólar, ou 0,5%, para fechar em 82,39 dólares a barril. Anteriormente na semana, a marca de referência mundial atingiu a máxima de três anos de 83,47 dólares.

O petróleo dos EUA (WTI) avançou 1,05 dólar, ou 1,3%, para fechar em 79,35 dólares. Essa foi a máxima de fechamento para a marca de referência dos EUA desde 31 de outubro de 2014.

Os futuros da gasolina dos EUA também fecharam na máxima desde outubro de 2014 nesta sexta-feira.

"O cenário fundamental é de oferta restrita que vai continuar a empurrar esses preços para cima", disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York.

(Reportagem de Jessica Resnick-Ault, Scott DiSavino e Dmitry Zhdannikov; Reportagem adicional de Roslan Khasawneh em Cingapura e Sonali Paul em Melbourne)

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