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Preços de importados nos EUA saltam em outubro com petróleo e alimentos

·1 min de leitura
Consumidores em supermercado usando máscaras para ajudar a retardar a disseminação da Covid-19, no norte de St. Louis, Missouri, EUA

WASHINGTON (Reuters) - Os preços de importados nos Estados Unidos dispararam em outubro, já que os custos de produtos petrolíferos e alimentos subiram, reforçando sinais de que a inflação pode permanecer alta por algum tempo.

Os preços de importados subiram 1,2% no mês passado, após ganho de 0,4% em setembro, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta terça-feira. Nos 12 meses até outubro, os preços saltaram 10,7%, após avançarem 9,3% em setembro.

Economistas consultados pela Reuters projetavam alta de 1,0% nos preços de importados, que excluem tarifas.

O governo norte-americano divulgou na semana passada um aumento generalizado nos preços ao consumidor e produtor em outubro. A inflação vem sendo alimentada por estímulos fiscais e cadeias de suprimentos globais restritas devido à pandemia de Covid-19, que já dura quase dois anos.

Os preços de combustíveis importados subiram 8,6% no mês passado, após alta de 3,9% em setembro. O preço do petróleo avançou 8,1%, enquanto o de alimentos importados subiu 0,8%.

Excluindo combustíveis e alimentos, os preços das importações subiram 0,3%. O chamado núcleo dos preços das importações havia ficado estável em setembro e subiu 5,0% em outubro em comparação com o mesmo período no ano anterior.

O relatório também mostrou que os preços de exportação avançaram 1,5% em outubro, após alta de 0,4% em setembro. Os preços das exportações agrícolas recuperaram 1,0%, enquanto os preços das exportações não agrícolas aumentaram 1,5%.

Os preços de exportação dispararam 18,0% em outubro em relação ao mesmo período do ano passado, o maior aumento desde o início da série, em setembro de 1983. Os preços subiram 16,5% em setembro ante mesmo período do ano passado.

(Por Lucia Mutikani)

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