Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.380,49
    -948,51 (-0,80%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.683,55
    -126,65 (-0,28%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,24
    -0,03 (-0,06%)
     
  • OURO

    1.857,20
    +1,00 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    32.610,15
    +132,18 (+0,41%)
     
  • CMC Crypto 200

    667,52
    +57,53 (+9,43%)
     
  • S&P500

    3.841,47
    -11,60 (-0,30%)
     
  • DOW JONES

    30.996,98
    -179,02 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.695,07
    -20,35 (-0,30%)
     
  • HANG SENG

    29.447,85
    -479,95 (-1,60%)
     
  • NIKKEI

    28.771,88
    +140,43 (+0,49%)
     
  • NASDAQ

    13.433,00
    +71,50 (+0,54%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6547
    +0,0027 (+0,04%)
     

Preços dos combustíveis fecham em alta nos postos na 1ª semana útil de 2021

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - Os preços finais dos combustíveis para o consumidor brasileiro, nos postos, encerraram a primeira semana útil de 2021 com alta de cerca de 1%, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira.

O diesel, combustível mais utilizado do país, foi comercializado nas bombas por cotação média de 3,675 reais por litro, segundo levantamento da reguladora, um aumento de 1,1% na comparação com a semana anterior, marcada pelo feriado de virada do ano.

Já a gasolina comum era vendida por média de 4,565 reais por litro, com avanço de 1% em base semanal, de acordo com os números.

Os maiores valores nas bombas vêm após a Petrobras ter anunciado na última semana de 2020 um aumento de 4% para o diesel e de 5% para a gasolina em suas refinarias.

O movimento da estatal, que domina a atividade de refino no Brasil, acompanhou parcialmente a alta nos preços do petróleo, embora tenha vindo ainda antes de um salto nas cotações neste ano, após a Arábia Saudita oferecer cortes voluntários de oferta em meio a um acordo de produção da aliança Opep+ para apoiar o mercado.

O repasse dos reajustes da Petrobras aos postos, no entanto, não é automático e depende de uma série de fatores, incluindo margem de distribuição e tributos.

No etanol hidratado, concorrente da gasolina nos postos, a ANP verificou preço médio de 3,204 reais na semana, aumento de 0,75%.

(Por Luciano Costa)