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Preços do café devem cair diante de grande safra no Brasil em 2023, diz pesquisa

Trabalhador em lavoura de café robusta

Por Nigel Hunt

LONDRES (Reuters) - Os preços do café arábica devem terminar este ano bem abaixo dos níveis atuais e registrar uma perda anual de 20% com a perspectiva de uma safra maior no Brasil no próximo ano pesando sobre os valores, mostrou nesta sexta-feira uma pesquisa da Reuters com 12 traders e analistas.

Os preços futuros do arábica em Nova York deve terminar 2022 a 1,80 dólar por libra-peso, uma queda de 16% em relação ao fechamento de quinta-feira e 20% abaixo dos níveis vistos no final de 2021, de acordo com a previsão mediana da pesquisa.

As cotações do café robusta deve fechar o ano em 1.900 dólares por tonelada, uma queda de 6% em relação ao fechamento de quinta-feira e 20% abaixo dos níveis no final de 2021.

Os participantes da pesquisa citaram a perspectiva de uma safra brasileira maior no próximo ano como um fator de peso sobre os preços, principalmente no último trimestre deste ano.

A safra de café do Brasil em 2023/24 foi prevista para subir para 71 milhões de sacas, acima da estimativa média de 63 milhões de sacas para a safra 2022/23, que está sendo colhida.

As geadas e a seca do ano passado, que prejudicaram a produção de café deste ano no Brasil, devem causar uma inversão no ciclo bienal da safra do arábica do país.

Os cafezais arábicas alternam anos de maior e menor produção, um desenvolvimento natural, pois as árvores ficam estressadas após grandes cargas de frutos e produzem menos na safra seguinte.

A safra de 2022/23 deveria ter sido de "alta", e o próximo ano, de "baixa". Mas esse padrão deve ser revertido com uma safra maior em 2023/24 após as geadas e seca.

O principal produtor de robusta, o Vietnã, deve ter uma safra de 30 milhões de sacas em 2022/23, um pouco abaixo da temporada anterior.

O Departamento de Agricultura dos EUA estimou a safra 2021/22 do Vietnã em 31,6 milhões de sacas.

Um déficit global marginal de café de 0,8 milhão de sacas é esperado em 2022/23, em comparação com um déficit global de 8,4 milhões de sacas em 2021/22, de acordo com a previsão mediana da pesquisa.

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