Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.451,20
    +74,85 (+0,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.442,21
    +436,10 (+0,97%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,33
    +0,18 (+0,22%)
     
  • OURO

    1.666,90
    -3,10 (-0,19%)
     
  • BTC-USD

    19.569,88
    +575,56 (+3,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    447,45
    +18,67 (+4,35%)
     
  • S&P500

    3.719,04
    +71,75 (+1,97%)
     
  • DOW JONES

    29.683,74
    +548,75 (+1,88%)
     
  • FTSE

    7.005,39
    +20,80 (+0,30%)
     
  • HANG SENG

    17.570,17
    +319,29 (+1,85%)
     
  • NIKKEI

    26.368,12
    +194,14 (+0,74%)
     
  • NASDAQ

    11.539,25
    -16,50 (-0,14%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2096
    -0,0230 (-0,44%)
     

Preços caem quase 1%, revertendo ganhos após dados econômicos fracos dos EUA

Miniaturas de barril de petróleo em 3D

Por Arathy Somasekhar

HOUSTON (Reuters) - Os preços do petróleo caíram quase 1% nesta terça-feira, revertendo ganhos anteriores, já que os preços ao consumidor nos EUA subiram inesperadamente em agosto, dando cobertura para o Federal Reserve dos EUA estabelecer outro forte aumento da taxa de juros na próxima semana.

O contrato Brent para entrega em novembro fechou 0,83 dólar mais baixo, a 93,17 dólares o barril, com uma perda de 0,9%, após ser negociado entre 95,53 e 91,05 dólares.

O petróleo dos EUA, WTI, para outubro fechou em queda de 0,47 dólar, ou 0,5%, a 87,31 dólares, após uma máxima de 89,31 dólares e uma mínima de 85,06 dólares.

O índice de preços ao consumidor subiu 0,1% no mês passado, após ficar inalterado em julho, informou o Departamento do Trabalho dos EUA. Economistas consultados pela Reuters previam uma queda de 0,1%.

Autoridades do Fed devem se reunir nas próximas terça e quarta-feira, com a inflação muito acima da meta de 2% do Banco Central dos EUA.

O petróleo geralmente é cotado em dólares norte-americanos, portanto, um dólar mais forte torna a commodity mais cara para os detentores de outras moedas.

As restrições renovadas da Covid-19 na China, o segundo maior consumidor de petróleo do mundo, também pesaram nos preços do petróleo.

(Reportagem de Arathy Somasekhar; com reportagem adicional de Ahmad Ghaddar em Londres e Isabel Kua em Cingapura)

((Tradução Redação São Paulo))