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Preços atuais da celulose não são sustentáveis, diz presidente da Suzano

Stella Fontes
·2 minutos de leitura

Assim como já se vê na fibra longa, haverá recuperação na fibra curta, que corresponde ao maior volume das exportações brasileiras, disse Schalka Os preços atuais da celulose no mundo não são sustentáveis e, assim como já se vê na fibra longa, haverá recuperação na fibra curta, que corresponde ao maior volume das exportações brasileiras, disse nesta segunda-feira o presidente da Suzano, Walter Schalka. O executivo participa de debate no 53º Congresso Internacional da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). Conforme Schalka, aos preços atuais, de cerca e US$ 450 a US$ 460 por tonelada na China, os produtores brasileiros geram caixa, mas não retorno sobre o capital empregado. “O nível de preços atual é insustentável”, comentou. No caso dos produtores do Hemisfério Norte, onde os custos de produção são superiores ao do Brasil, a situação é ainda mais delicada e muitos têm registrado prejuízo operacional no ambiente atual. “Na fibra longa, [a recuperação dos preços] já está acontecendo. Isso vai acontecer também com a fibra curta”, afirmou. Em debate durante o 53º Congresso Internacional da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABCTP), o executivo destacou ainda que, nos últimos anos, a indústria brasileira foi capaz de gerar retorno ao acionista e citou a saída do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) do capital da Suzano como exemplo desse ganho. Conforme Schalka, na fusão da Suzano com a Fibria, o BNDES já havia recebido R$ 9 bilhões por uma parcela de sua participação acionária. Agora, com a venda em bolsa dos 11,1% remanescentes, levantou mais cerca de R$ 7 bilhões, que serão recebidos amanhã. “Assim, em aproximadamente 20 meses, o BNDES conseguiu monetizar cerca de R$ 16 bilhões, e criar valor ao acionista nos deixa feliz”, afirmou. Silvia Costanti/Valor