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Preços ao consumidor nos EUA sobem com força em dezembro

·2 min de leitura
Pessoas compram roupas em uma loja da Target em Westbury, Nova York, EUA, 20 de maio de 2021. REUTERS/Shannon Stapleton

WASHINGTON (Reuters) - Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram de forma sólida em dezembro, com o maior aumento anual da inflação em quase quatro décadas, o que pode reforçar as expectativas de que o Federal Reserve começará a elevar os juros já em março.

O índice de preços ao consumidor subiu 0,5% no mês passado, após alta de 0,8% em novembro, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Nos 12 meses até dezembro, o índice subiu 7,0%, maior avanço anual desde junho de 1982, após aumento de 6,8% em novembro.

Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,4% para o índice no mês e salto de 7,0% na base anual.

A economia norte-americana está enfrentando uma inflação alta à medida que a pandemia de Covid-19 obstrui as cadeias de abastecimento. O alto custo de vida está pesando no índice de aprovação do presidente Joe Biden.

A inflação nos EUA está bem acima da meta de 2% do Fed e também está sendo elevada por pressões salariais iniciais. O governo norte-americano informou na última sexta-feira que a taxa de desemprego caiu a uma mínima em 22 meses de 3,9% em dezembro, sugerindo que o mercado de trabalho está no pleno emprego ou próximo a ele.

"A lista de razões para o Fed começar a remover sua política monetária expansionista está crescendo", disse Ryan Sweet, economista sênior da Moody's Analytics. "A inflação precisaria desacelerar rapidamente para tirar parte da pressão sobre o Fed e é improvável que isso ocorra."

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice subiu 0,6% no mês passado, após alta de 0,5% em novembro.

Nos 12 meses até dezembro, o chamado núcleo do índice de preços ao consumidor acelerou a 5,5%. Esse foi o maior ganho anual desde fevereiro de 1991, após avanço de 4,9% em novembro.

O núcleo da inflação está sendo impulsionado pelo aumento dos preços de serviços como aluguéis e bens escassos, como veículos. A taxa do núcleo do índice em relação a um ano antes deve atingir o pico em fevereiro.

"O primeiro trimestre deve observar um pico de inflação, com preços menores de energia e um declínio na inflação de alimentos e automóveis permitindo uma alta mais lenta dos preços para o restante do ano", disse David Kelly, estrategista-chefe global do JPMorgan Funds em Nova York.

(Por Lucia Mutikani)

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