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Preços ao consuidor nos EUA têm alta moderada em janeiro; passagens aéreas caem

Lucia Mutikani
·2 minuto de leitura
Consumidora observa vitrine de loja no Brooklyn, em Nova York

Por Lucia Mutikani

WASHINGTON (Reuters) - Os preços aos consumidores nos Estados Unidos subiram moderadamente em janeiro, uma vez que o aumento no custo da gasolina foi compensado pela queda nas passagens aéreas, sugerindo que a inflação pode continuar benigna em meio à pandemia.

O Departamento do Trabalho dos EUA informou nesta quarta-feira que seu índice de preços ao consumidor subiu 0,3% no mês passado, após alta de 0,2% em dezembro (revisada para baixo). Nos 12 meses até janeiro, o índice subiu 1,4%, após ganho em dezembro de 1,3%.

Os dados de dezembro divulgados antes da revisão eram de uma alta de 0,4% sobre o mês anterior e de 1,4% na base anual. O aumento no mês passado ficou em linha com as expectativas de economistas.

A inflação está sendo observada de perto neste ano, com expectativa de que crescimento econômico diante de estímulo fiscal e vacinas contra o coronavírus mais acessíveis libere a demanda reprimida por serviços.

Uma inflação mais alta é esperada até a primavera no Hemisfério Norte, conforme quedas anteriores de preços no início da crise do coronavírus saem da conta.

Entretanto, economistas estão divididos sobre se a inflação mais forte vai além dos chamados efeitos calendário. Alguns acreditam que trilhões de dólares em alívio à pandemia fornecidos pelo governo vão alimentar pressões de preços.

Outros argumentam que a fraqueza do mercado de trabalho, caracterizado por pelo menos 17,8 milhões de pessoas recebendo auxílios-desemprego, dificultará que a inflação se torne arraigada.

O Federal Reserve sinalizou que vai tolerar preços mais altos depois que a inflação ficou abaixo da meta de 2% do banco central de forma persistente. O Fed cortou os juros para perto de zero e está injetando dinheiro na economia através de compras de ativos. O BC dos EUA deve manter a política monetária ultrafrouxa até meados de 2023.

Os preços da gasolina saltaram 7,4% em janeiro, respondendo pela maior parte do aumento do índice de preços ao consumidor, após alta de 5,2% em dezembro.

Os preços dos alimentos subiram 0,1%, mas o custo da alimentação em domicílio caiu 0,1%. Os preços dos alimentos consumidos fora de casa avançaram 0,3%.

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice ficou inalterado pelo segundo mês seguido. O chamado núcleo do índice de preços foi contido pela queda de 3,2% no custo das passagens aéreas. Isso compensou o aumento em saúde, seguros de veículos e tabaco.