Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    61.108,96
    +980,91 (+1,63%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,25
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Preço menor no atacado empurra empresa de cannabis para o varejo

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Com os mercados atacadistas de cannabis bem abastecidos, a produtora uruguaia Cplant prepara sua empreitada no varejo.

A Cplant pretende levantar pelo menos US$ 10 milhões junto a investidores institucionais este ano para financiar uma expansão para produtos médicos e de consumo, contratando um banco de investimento para uma rodada de captações no quarto trimestre.

“Nosso principal objetivo é criar uma marca para oferecer produtos de varejo” diretamente aos consumidores americanos e europeus em 2021, disse Lucas Crivilone, que cofundou a empresa em 2018 com Guido Husni.

A Cplant quer produzir itens de consumo como cosméticos com alto teor de canabidiol (ou CBD) na Suíça e no Uruguai. A companhia iniciou negociações com uma empresa farmacêutica para fabricar na Alemanha tratamentos médicos com THC, a principal parte psicoativa da planta, segundo Crivilone. A investida no varejo acompanha a queda dos preços de atacado das exportações de cânhamo, com alta concentração de CBD.

O Uruguai emerge como grande exportador de cannabis para uso medicinal e por consumidores após se tornar o primeiro país a legalizar a maioria das formas de utilização da planta, em 2013. Empresas como Fotmer Corporation, Cplant e Cannabis Uruguay embarcaram aproximadamente seis toneladas de flores com alta concentração de CBD ou THC desde o final de 2019, de acordo com dados oficiais e das empresas.

“A biomassa está se tornando uma commodity, enquanto as flores são um item especial, porque exigem maior investimento devido aos requisitos de mão de obra e condicionamento”, disse Crivilone.

O quilo das flores ricas em THC pode custar até US$ 3.000, comparado à faixa de US$ 400 a US$ 700 que os importadores europeus pagam por remessas a granel de flores de cânhamo com alto teor de CBD, que são cultivadas em ambientes fechados, disse ele. O quilo de biomassa de cânhamo é vendido por apenas US$ 15 a US$ 30 após o tombo dos preços devido à produção dos EUA, acrescentou.

A Cplant espera colher sua primeira safra de cannabis rica em THC no início do próximo ano. A empresa, que já enviou três toneladas de flores de cânhamo a compradores suíços desde julho, planeja exportar 50 toneladas de biomassa e flores até o final de agosto de 2021, informou o executivo.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2020 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos