Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.114,34
    -2.316,20 (-2,04%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.677,04
    +112,77 (+0,21%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,47
    -2,40 (-3,04%)
     
  • OURO

    1.941,60
    -3,70 (-0,19%)
     
  • BTC-USD

    23.081,13
    -102,71 (-0,44%)
     
  • CMC Crypto 200

    522,88
    +280,20 (+115,46%)
     
  • S&P500

    4.054,88
    -21,72 (-0,53%)
     
  • DOW JONES

    33.742,56
    -343,48 (-1,01%)
     
  • FTSE

    7.761,11
    -10,59 (-0,14%)
     
  • HANG SENG

    22.072,18
    +229,85 (+1,05%)
     
  • NIKKEI

    27.346,88
    +19,77 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.133,50
    -18,50 (-0,15%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5442
    +0,0286 (+0,52%)
     

Preço da gasolina cai nos postos, mas segue acima de R$ 5

RIO DE JANEIRO, RJN (FOLHAPRESS) - O preço médio da gasolina comum nos postos brasileiros caiu para R$ 5,04 nesta semana, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

O novo valor representa uma baixa de 1,6% em relação à semana anterior (R$ 5,12), a primeira de 2023. Na ocasião, o preço havia subido pela segunda vez consecutiva, gerando reclamações de motoristas em diferentes regiões.

Conforme a ANP, o preço médio do etanol foi de R$ 3,94 nesta semana no país. Caiu 1,7% frente aos sete dias anteriores (R$ 4,01).

Já o óleo diesel custou R$ 6,36, em média, nesta semana. O valor recuou 0,8% frente ao período anterior (R$ 6,41).

Após tomar posse no dia 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou uma MP (medida provisória) que prorrogou a desoneração de tributos federais sobre combustíveis.

A decisão buscou impedir uma pressão inflacionária dos produtos logo no começo do novo mandato, mas foi incapaz de evitar aumento de preços nos postos na semana passada, como indicou a pesquisa anterior da ANP.

Parte dos analistas avalia que a incerteza sobre a desoneração pode ter antecipado o avanço dos preços na ocasião. Antes de Lula tomar posse, a manutenção ou não dos cortes de tributos ainda estava em debate no círculo próximo ao petista.

A derrubada de impostos sobre combustíveis foi adotada pelo governo Jair Bolsonaro (PL) como forma de conter os preços em meio à corrida eleitoral de 2022. A desoneração de tributos federais estava prevista, inicialmente, até 31 de dezembro do ano passado.

Com a prorrogação assinada por Lula, o corte de PIS e Cofins irá até o fim de fevereiro para gasolina (que também terá isenção de Cide durante o período), etanol, querosene de aviação e gás natural veicular —além da nafta.

A desoneração seguirá valendo até o fim do ano para diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha).