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Próximo vice do BC do Japão rejeita ajustes de curto prazo para rever política monetária ultrafrouxa

Shinichi Uchida, indicado para vice-presidente do Banco do Japão, em audiência no Parlamento do país em Tóquio

Por Leika Kihara e Tetsushi Kajimoto

TÓQUIO (Reuters) - O próximo vice-presidente do Banco do Japão, Shinichi Uchida, descartou nesta terça-feira a chance de uma revisão imediata da política monetária ultrafrouxa do país, sugerindo que qualquer avaliação de sua estrutura pode levar cerca de um ano.

Uchida, um autoridade de carreira do banco central, disse que o Banco do Japão não deve modificar sua política ultrafrouxa apenas para lidar com os efeitos colaterais de estímulos prolongados, como distorções de mercado causadas pela forte intervenção da instituição para defender seu limite de rendimento.

"O Banco do Japão deve manter o afrouxamento monetário. Não deve modificar a política frouxa apenas porque há efeitos colaterais. Em vez disso, deve apresentar ideias" para mitigar os custos e ajudar a sustentar o estímulo, disse Uchida em uma audiência de confirmação no Parlamento.

Se o Banco do Japão conduzir uma revisão abrangente de sua estrutura de política monetária, isso pode levar de um a um ano e meio se a experiência de autoridades norte-americanas e europeias for considerada, disse Uchida.

"Qualquer tipo especial de exame é melhor realizado com uma perspectiva ampla, observando vários fatores", acrescentou.

Os comentários seguem as declarações do próximo presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, na segunda-feira, sugerindo sua preferência em gastar "muito tempo" se o banco central conduzir uma revisão da estrutura de sua política monetária.

Com a inflação excedendo a meta de 2% do banco, os mercados estão repletos de especulações de que o Banco do Japão revisará sua política de controle da curva de rendimento assim que Ueda suceder o atual presidente, Haruhiko Kuroda, cujo mandato termina em abril.

(Reportagem de Leika Kihara e Tetsushi Kajimoto)