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Prévia do PIB registra alta de 1,3% em maio e indica que fundo de poço ficou para trás

Gabriel Shinohara
Foto: Andre Coelho/Getty Images

Apontando para o início da retomada, a economia brasileira registrou alta de 1,3% em maio na comparação com o mês anterior, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado nesta terça-feira (14).

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O mês de abril é apontado por especialistas como o pior mês da crise. Depois de quedas históricas, o comércio varejista registrou recuperação de 13,9%, a indústria avançou 7% em maio. No entanto, o setor de serviços, mais afetado pela crise, teve a quarta queda seguida.

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Apesar da alta em maio em comparação com abril, na comparação com maio do ano passado, a queda foi de 14,2%. O índice do mês veio um pouco abaixo das expectativas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). A instituição esperava alta de 1,9% em relação a abril e queda de 14,1% em relação a maio de 2019.

O IBC-Br é uma prévia aproximada do Produto Interno Bruto (PIB) calculada pela autoridade monetária e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, que hoje está em 2,25%.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade em três setores: indústria, comércio, serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Já o PIB, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é mais abrangente e também se baseia, por exemplo, em índices de orçamentos familiares e inflação. É a soma de tudo que foi produzido no país.

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