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Prévia da inflação quase dobra em junho, puxada por energia e combustíveis

·2 minuto de leitura

RIO - O IPCA-15, a prévia da inflação oficial, acelerou e ficou em 0,83% em junho, quase o dobro em relação ao índice registrado no mês anterior (0,44%), segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira. O indicador foi puxado pelos preços da gasolina e da energia elétrica, itens que devem continuar a pressionar a inflação com a crise hídrica e a perspectiva de reajustes nas taxas extras da conta de luz.

Em 12 meses, o IPCA-15 registra alta acumulada de 8,13%, bem acima do teto da meta, o que eleva a pressão sobre o Banco Central para novos ajustes na Selic, a taxa básica de juros.

O BC trabalha com meta de inflação de 3,75% em 2021, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p), de 2,25% a 5,25%.Nesta quinta-feira, o BC disse que prevê o pico da inflação em agosto, com alta acumulado de 8,5% em 12 meses. A partir daí, a expectativa é que o índice caia e finalize 2021 em 5,8%, ainda assim estourando a meta.

Em junho, entrou em vigor a bandeira vermelha patamar 2, que levou à cobrança extra de R$ 6,243 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Com isso, o grupo Habitação do IPCA-15 teve a maior alta entre os grupos pesquisados, com avanço de 1,67% em junho.

A energia elétrica vai continuar pesando no bolso no mês que vem. É esperado um reajuste de até 60% na bandeira 2 em julho, encarecendo a conta de luz.Embora a maior a maior alta tenha sido registrada no grupo Habitação, veio do grupo Transportes (+ 1,35%) o maior impacto sobre o IPCA-15, com o aumento nos preços dos combustíveis.

Embora a gasolina (2,86%) tenha tido uma das menores altas, quando comparada ao gás veicular (12,41%), ao etanol (9,12%) e ao óleo diesel (3,53%), ela tem o maior peso no grupo e puxa para cima o indicador.

Em 12 meses, a gasolina acumula variação de 45,86% .Alimentação e bebidas continuam subindo, mas de forma estável. Em junho, a alta foi de 0,41%, resultado próximo ao do IPCA-15 de maio. A alimentação no domicílio passou de 0,50% em maio para 0,15% em junho, com a redução nos preços de frutas, alguns legumes e o arroz, que chegou a ser um dos vilões em meses anteriores.

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