Mercado fechará em 6 mins
  • BOVESPA

    111.812,51
    +1.139,75 (+1,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.351,12
    -51,58 (-0,10%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,25
    +1,29 (+1,55%)
     
  • OURO

    1.787,00
    +16,50 (+0,93%)
     
  • BTC-USD

    66.514,45
    +3.064,41 (+4,83%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.551,00
    +70,19 (+4,74%)
     
  • S&P500

    4.536,23
    +16,60 (+0,37%)
     
  • DOW JONES

    35.612,42
    +155,11 (+0,44%)
     
  • FTSE

    7.223,10
    +5,57 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    26.136,02
    +348,81 (+1,35%)
     
  • NIKKEI

    29.255,55
    +40,03 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    15.369,25
    -29,25 (-0,19%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4522
    -0,0440 (-0,68%)
     

Prévia da inflação oficial sobe para 1,14% em setembro

·1 minuto de leitura

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial no país, chegou a 1,14% em setembro deste ano. A taxa é superior ao resultado de 0,89% de agosto deste ano e ao 0,45% de setembro do ano passado. É também a maior taxa para setembro desde 1994 (1,42%).

Com o resultado, a prévia da inflação oficial acumula taxas de 7,02% no ano e de 10,05% em 12 meses. A taxa trimestral do IPCA-15, também conhecida como IPCA-E, chegou a 2,77%. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Despesas

De agosto para setembro, oito dos nove grupos de despesas registraram inflação, com destaque para transportes (2,22%), que teve alta de preços influenciada pela gasolina (2,85%), etanol (4,55%), gás veicular (2,04%) e óleo diesel (1,63%).

A alimentação e bebidas também apresentou impacto importante na alta do IPCA-15, ao registrar taxa de 1,27%, com altas de preços de produtos como carnes (1,10%), batata-inglesa (10,41%), café moído (7,80%), frango em pedaços (4,70%), frutas (2,81%) e leite longa vida (2,01%).

Também houve inflação relevante no grupo de despesas habitação (1,55%). O item que mais influenciou essa alta de preços foi energia elétrica, que ficou 3,61% mais cara no período.

Por outro lado, educação foi o único grupo de despesas com deflação (queda de preços): -0,01%.

Ouça na Radioagência Nacional:

Confira outras notícias da Radioagência Nacional.


Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos