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Powell, do Fed, vê persistência da inflação e riscos da Covid-19

·2 min de leitura
Chair do Federal Reserve, Jerome Powell

Por Ann Saphir

(Reuters) - O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou na segunda-feira que continua a esperar que a inflação retroceda no próximo ano conforme a oferta e a demanda se equilibrarem, mas alertou que a nova cepa da Covid-19 turva o cenário, e que os preços podem continuar a subir por mais tempo do que imaginado antes.

"É difícil prever a persistência e efeitos das restrições de oferta, mas parece agora que fatores que elevam a inflação vão persistir no próximo ano", disse Powell em declarações preparadas para esta terça-feira no Comitê Bancário do Senado dos Estados Unidos, e divulgadas na segunda pelo Fed.

A economia continua a se fortalecer, e o mercado de trabalho a melhorar, elevando os salários, disse ele.

Mas o recente aumento nos casos de Covid-19 e o surgimento da nova variante ômicron "apresenta riscos negativos ao emprego e à atividade econômica e elevada incerteza para a inflação", disse ele, destacando que preocupações relacionadas à saúde podem "reduzir a disposição das pessoas em trabalhar presencialmente, o que pode desacelerar o progresso no mercado de trabalho e intensificar os problemas na cadeia de oferta".

Neste mês, o Fed começou a reduzir seu suporte à economia reduzindo gradualmente as compras de ativos a um ritmo que pode encerrá-las até junho próximo.

Mas com a inflação registrando mais do que o dobro da meta de 2% do Fed, autoridades do Fed têm dito cada vez mais que estão abertas a potencialmente acelerar a redução das compras para abrir caminho a um aumento de juros mais cedo se necessário.

Powell não falou sobre o cronograma de redução das compras em suas declarações preparadas, mas disse que o mercado de trabalho tem "espaço para se recuperar" antes de alcançar o pleno emprego, uma das condições que o Fed determinou para avaliar aumentar os juros ante o atual nível perto de zero.

Segundo Powell, o Fed "está comprometido com nossa meta de estabilidade de preços", e usará suas ferramentas para sustentar a economia e o mercado de trabalho e para "impedir que a inflação mais elevada se torne arraigada".

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