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Possível vacina contra o câncer usa células cancerígenas revestidas em sílica

·1 min de leitura

Pesquisadores da Universidade do Novo México apresentaram, em novo estudo, o desenvolvimento do que pode ser, no futuro, uma vacina contra o câncer. O projeto foi desenvolvido através do revestimento das células cancerígenas com sílica, um composto químico, para depois ser injetado no organismo.

Grande parte das pesquisas para uma vacina contra o câncer é baseada no objetivo de estimular o sistema imunológico a ser mais agressivo na hora de enfrentar as células cancerígenas. Porém, o organismo humano não expressa antígenos de tumor de forma universal para o uso em vacinas em qualquer indivíduo. Portanto, o novo projeto visa usar células tumorais autólogas, ou seja, coletadas do mesmo paciente.

<em>Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato</em>
Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato

Assim, é possível criar vacinas individualizadas policlonais para o combate de determinados tipos de câncer. A partir desse ponto, é feita a silificação criogênica das células usando uma camada muito fina de sílica. Assim, os antígenos ficam protegidos para ficarem disponíveis para uso posterior. Por fim, é feito um revestimento final que ativa as células dendríticas, responsáveis por estimular os antígenos às células T.

Os primeiros testes foram feitos com fêmeas de ratos em laboratório, diagnosticadas com câncer de ovário. Os cientistas descobriram, então, que as células T se tornaram mais agressivas no momento de atacar as células cancerígenas, resultando na erradicação completa dos tumores dos animais.

O estudo foi publicado na revista científica Nature Biomedical Engineering.

Fonte: Canaltech

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