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Por R$ 1.209, cesta básica em São Paulo custa quase um salário mínimo

Cesta com produtos de mercado
Em comparação a março, cesta básica subiu 6,38%

(Getty Images)

  • Cesta básica em São Paulo passou a custar R$ 1.209,71 em abril;

  • Diferença é de menos de R$ 3 em relação ao salário mínimo (R$ 1.212);

  • Em comparação a abril de 2021, o preço subiu 17,39%.

O trabalhador que ganha um salário mínimo de R$ 1.212 teve dificuldades em comprar uma cesta básica em São Paulo no mês de abril. O conjunto de alimentos passou a custar R$ 1.209,71, uma diferença de menos de R$ 3 em relação ao piso salarial.

As informações foram confirmadas por uma pesquisa mensal realizada pelo Procon-SP, em parceria com o Dieese. O valor, apurado no dia 29 de abril, corresponde a um aumento de 6,38% em relação aos R$ 1.137,20 observados em 31 de março.

Em comparação com abril de 2021, o preço em abril deste ano subiu 17,39%. O aumento acumulado em 2022 é de 11,19%.

Vilões

Dos 39 produtos analisados, 36 apresentaram alta, dois ficaram mais baratos e um se manteve estável. Os que mais subiram foram: batata (23,46%), sabonete (13,23%), leite (13,19%), papel higiênico (12,38%) e frango resfriado (11,89%).

Com relação às categorias de produtos, os de limpeza lideraram o ranking de alta, com aumento de 7,65% no mês. Em seguida, aparecem higiene pessoal (7,17%) e alimentação (6,23%).

Frutas, verduras e legumes são os que mais subiram no ano

Depois da alta das carnes, cujos preços dispararam em 2021, foi a vez de frutas, legumes, tubérculos e hortaliças pesarem no bolso do consumidor. Dos 20 itens que ficaram mais ‘salgados’ neste ano, 18 fazem parte destas categorias.

Em 2022, o consumidor viu quilo da cenoura superar os R$ 12, sofrendo alta de 150%. Em seguida, aparecem o repolho (76%), a batata-inglesa e a abobrinha, ambas com 68% de aumento.

Mas o que explica essa alta? Além das chuvas de verão, o aumento do diesel tornou os fretes – que sempre pesaram fortemente nos preços – ainda mais caros. Apesar das chuvas diminuírem nos próximos meses, a pressão do combustível não deve cessar tão cedo. Dessa forma, os produtos até podem ficar mais baratos, mas dificilmente retornarão ao patamar de preços praticado no ano passado.

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