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Por que ser fiel demais a um emprego não compensa – nem para você, nem para ele

·3 minuto de leitura
Foto: Getty Images/Getty Creatives
Foto: Getty Images/Getty Creatives

A ideia tradicional de fidelidade a uma empresa não existe mais. Cinquenta anos atrás, era comum ser contratado por uma empresa e fazer carreira. Depois de 40 anos de trabalho, o funcionário se aposentava aos 65 anos e recebia um belo presente e uma boa aposentadoria.

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No entanto, os tempos mudaram. Agora, o primeiro emprego pode durar alguns anos, mas o mais comum é mudar depois de um tempo e continuar trocando de emprego com intervalos de poucos anos.

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De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de seguro de vida LV, os trabalhadores do Reino Unido mudam de emprego em média a cada cinco anos. Já nos Estados Unidos, de acordo com o Economic News Release, essa média cai para 4,6 anos.

Com a ascensão da economia dos freelancers, os contratos de longo prazo diminuíram, aumentando a contratação para trabalhos específicos. Além disso, cada vez mais pessoas são autônomas. Mas será que a ausência dessa "fidelidade à empresa" é tão ruim assim?

Ficar no lugar significa ganhar menos

Existem muitos motivos para permanecer em um emprego por mais tempo do que o planejado. Por exemplo, na economia atual, trocar de emprego não é uma opção, e manter um trabalho dá uma sensação de estabilidade.

No entanto, permanecer em um emprego só por fidelidade à empresa pode não compensar financeiramente, segundo mostram as pesquisas. Em 2014, um relatório da Forbes sugeriu que continuar na mesma empresa por mais de dois anos em média significa ganhar cerca de 50% menos ao longo da vida. E essa é uma estimativa bastante conservadora.

Muitas empresas também oferecem maiores incentivos financeiros aos novos contratados em vez de pagar mais aos funcionários antigos. De acordo com a consultoria de serviços financeiros norte-americana Nomura, as pessoas que mudaram de emprego receberam cerca de 1% a mais ano a ano do que as que permaneceram onde estavam. Ainda que pareça mínima, essa perda salarial se acumula ao longo da carreira.

Nunca é bom se acomodar demais

O dinheiro não é o único motivo para trocar de emprego. Essa mudança também costuma ser motivada pela busca de melhores oportunidades e uma chance de desenvolver novas habilidades.

Ainda que isso seja possível com promoções internas, trabalhar para diferentes empregadores pode aumentar a capacidade de adaptação e a diversidade de experiências. Isso é ótimo tanto para a carreira do funcionário quanto para o empregador.

Permanecer por uma década ou mais em um emprego pode ser positivo para ganhar tempo de casa, desenvolver habilidades e receber responsabilidades de administração para ter mais influência dentro da empresa. No entanto, ficar na mesma empresa sem evoluir não é bom nem para o funcionário nem para os futuros empregadores.

É bom se sentir à vontade no trabalho, mas às vezes isso pode ter consequências negativas. Quando uma pessoa sabe o que está fazendo, é boa nisso e está fidelizada à empresa, ela deixa de procurar novas oportunidades e chances de desenvolver habilidades diferentes.

Além disso, mesmo que um emprego pareça seguro, nunca se sabe o que pode acontecer. No caso de uma crise econômica, por exemplo, mesmo depois de dez anos de muita dedicação a uma empresa, qualquer funcionário pode acabar sendo demitido e precisando repensar as decisões de carreira de acordo com as oportunidades disponíveis. Nessas situações, não importa o nível de fidelidade do funcionário, o empregador sempre vai priorizar a proteção da empresa.

Lydia Smith

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