Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.923,93
    +998,33 (+0,90%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.234,37
    -223,18 (-0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    80,34
    -0,88 (-1,08%)
     
  • OURO

    1.811,40
    -3,80 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    16.977,79
    -57,20 (-0,34%)
     
  • CMC Crypto 200

    404,33
    +2,91 (+0,72%)
     
  • S&P500

    4.071,70
    -4,87 (-0,12%)
     
  • DOW JONES

    34.429,88
    +34,87 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.556,23
    -2,26 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    18.675,35
    -61,09 (-0,33%)
     
  • NIKKEI

    27.777,90
    -448,18 (-1,59%)
     
  • NASDAQ

    11.979,00
    -83,75 (-0,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4940
    +0,0286 (+0,52%)
     

Por que o ser humano grita de dor?

Você já se perguntou por que o ser humano grita de dor? Estudos sugerem que a comunicação não-verbal é composta de padrões de atividade tão familiares que nem sempre pensamos em seus propósitos. Trata-se de uma ferramenta evolutivamente útil.

Um estudo de 2003 observou que, para alguns adultos, expressões e vocalizações de dor duravam mais quando havia pessoas ao redor. Isso sugere que um dos propósitos do grito de dor, ainda que aparentemente involuntário, pode ser comunicar as necessidades de dependência.

Neste ano, uma pesquisa publicada na revista Current Biology sugeriu que ouvir um grito pode ativar os circuitos de medo do cérebro, agindo como um sinal de alerta. A equipe descobriu que os gritos são enviados do ouvido para a amígdala, área responsável por processar o medo.

“Nas partes do experimento com imagens cerebrais, os gritos ativam os circuitos de medo do cérebro. A amígdala é um núcleo no cérebro especialmente sensível às informações sobre o medo", afirmam os pesquisadores.

Cientistas tentam entender por que o ser humano grita de dor (Imagem: Ryan Snaadt/Unsplash)
Cientistas tentam entender por que o ser humano grita de dor (Imagem: Ryan Snaadt/Unsplash)

Isso significa que os gritos são inerentemente considerados não apenas como som, mas como um gatilho para aumentar a consciência. Para entender isso melhor, no estudo, a equipe fez voluntários ouvirem diferentes sons de alarme.

Os cientistas descobriram que as pessoas respondiam aos alarmes com variações semelhantes: quanto mais os alarmes variavam em taxas mais altas, mais aterrorizantes eram considerados. Isso pode ser uma pista de como nosso cérebro processa sons de perigo.

A conclusão é que o ser humano grita não apenas para transmitir perigo, mas também para induzir medo no ouvinte e aumentar a consciência tanto da própria pessoa que gritou quanto do ouvinte, para responder ao seu ambiente.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: