Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.247,15
    -2.542,18 (-2,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.394,03
    -1.070,00 (-2,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    109,23
    -0,36 (-0,33%)
     
  • OURO

    1.815,10
    -0,80 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    29.174,80
    -1.345,65 (-4,41%)
     
  • CMC Crypto 200

    650,57
    -20,11 (-3,00%)
     
  • S&P500

    3.923,68
    -165,17 (-4,04%)
     
  • DOW JONES

    31.490,07
    -1.164,52 (-3,57%)
     
  • FTSE

    7.438,09
    -80,26 (-1,07%)
     
  • HANG SENG

    20.644,28
    +41,76 (+0,20%)
     
  • NIKKEI

    26.911,20
    +251,45 (+0,94%)
     
  • NASDAQ

    11.892,50
    -667,75 (-5,32%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2183
    +0,0079 (+0,15%)
     

Ex-diretor do WhatsApp se arrepende da venda ao Facebook

Ex-diretor diz ainda não ser o único com esse pensamento dentro do quadro de executivos do WhatsApp
Ex-diretor diz ainda não ser o único com esse pensamento dentro do quadro de executivos do WhatsApp
  • Executivo chamou o Facebook de "monstro de Frankenstein";

  • Ex-Whatsapp afirma que, na época, o acordo parecia mais uma "parceria";

  • Facebook comprou o WhatsApp em 2014 por US$22 bilhões.

O indiano Neeraj Arora, executivo que ajudou a intermediar a venda do WhatsApp para o Facebook por cerca de US$ 22 bilhões em 2014, diz que se arrepende de ter contribuído para o negócio. Durante o período da venda, Neeraj era diretor comercial do WhatsApp.

"Ninguém sabia, a princípio, que o Facebook se transformaria em um monstro de Frankenstein devorando dados de usuários", escreveu Arora em uma série de postagens em sua conta no Twitter nesta semana. Apesar de o WhatsApp ser a segunda maior plataforma da Meta, Arora diz que o aplicativo representa apenas uma sombra do que era quando foi criado.

Ele conclui que se arrependeu de ter vendido o aplicativo em que trabalhava, adicionando o fato de não ser o único com esse pensamento. O ex-chefe conta que o acordo fechado mais parecia uma parceria, de modo que o Facebook prometera manter a criptografia ponta a ponta, respeitar a independência dos gerentes do WhatsApp e nunca implementar anúncios no aplicativo.

Além disso, o acordo previa uma cadeira no conselho da empresa para um executivo oriundo do aplicativo de mensagens. Na época do negócio, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, descreveu os serviços do WhatsApp como "incrivelmente valiosos", em um comunicado anunciando o acordo.

No entanto, "em 2017 e 2018, as coisas começaram a parecer muito diferentes", disse o ex-diretor comercial. Ele lembrou que em 2018 "os detalhes do escândalo Facebook/Cambridge Analytica vieram à tona", e o cofundador do WhatsApp, Brian Acton, "enviou um tuíte que chocou o estrato ou esfera das redes sociais".

"Chegou a hora. #deletefacebook", publicou Acton em sua conta pessoal em março de 2018. No fim da série de tuítes, ele faz um apelo para que as gigantes de tecnologia, em especial a Meta, reconheçam seus erros e mudem o ecossistema da tecnologia.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos