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Por que a Inglaterra está tão preocupada com grávidas e vacinas da covid?

·1 min de leitura

Quando a covid-19 se tornou uma pandemia, ainda havia muitas dúvidas sobre o que era o coronavírus, qual era a sua gravidade, mortalidade e como prevenir a contaminação. O mesmo aconteceu em relação à imunização, principalmente de um grupo específico de risco: mulheres grávidas.

Mas em alguns países, como na Inglaterra, os números de vacinação de grávidas ainda não são ideais, com apenas 15% delas imunizadas com as duas doses no país britânico. O motivo disso estar acontecendo, segundo especialistas, é a pouca informação sobre a segurança das vacinas, além da desinformação que circula nas redes sociais.

<em>Imagem: Reprodução/Determined/Envato</em>
Imagem: Reprodução/Determined/Envato

Atualmente, há muitas evidências que comprovam os benefícios da vacinação de mulheres grávidas, mas algumas acabam relutando em receber as doses por considerarem o imunizante como medicamento proibido durante a gestação. Porém, os riscos de desenvolver uma forma grave da doença, enquanto gestante, são maiores, deixando as futuras mães mais vulneráveis a sofrer problemas respiratórios, uma vez que o sistema imune é suprimido.

Gestantes também estão no grupo de risco da doença porque, quanto mais o bebê cresce, mais os pulmões das mães são comprimidos pelo útero, dificultando a respiração e tornando mais difícil o tratamento de infecções. Mulheres grávidas não-vacinadas também têm uma em cinco chances de ter um parto prematuro, além de um risco maior de ter um bebê natimorto.

Fonte: Canaltech

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