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Por que Brasil e Argentina não se enfrentam nesta terça?

Matheus Ribeiro
·2 minuto de leitura
Arena Pernambuco (Fernando Torres/CBF)
Arena Pernambuco (Fernando Torres/CBF)

30 de março de 2021. Enquanto as eliminatórias da Copa do Mundo de 2022 pegam fogo na Europa, a América do Sul deveria realizar seu principal clássico, Brasil e Argentina. Só que a partida marcada para a Arena Pernambuco nesta terça não acontece por causa de um problema comum dos países da América do Sul: má gestão durante a pandemia do novo coronavírus, principalmente no Brasil.

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Por causa do avanço das novas variantes no Brasil, vários países impuseram restrições pesadas a pessoas que tentem entrar em seus territórios, mesmo se tratando de indíviduos que normalmente recebem tratamentos diferenciados. Com isso, por exemplo, um atleta que joga em um time inglês teria que desfalcar sua equipe por causa dos períodos de quarentena necessários para entrar no país.

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Se os técnicos de grandes clubes europeus, como Jurgen Klopp (Liverpool), já estavam reclamando de ceder atletas em condições normais, imagina no meio de uma pandemia em que eles poderiam perder atletas por até três jogos. 

E por causa da pandemia, a Fifa abriu uma exceção em sua regra, possibilitando que os clubes europeus não liberassem atletas para as seleções. Com isso, a Conmebol se viu em uma situação complicada. A sugestão da Fifa era de suspender as partidas, mas não foi tão fácil seguir.

Segundo o repórter Marcel Rizzo, do UOL, a Argentina cogitava entrar no Brasil para disputar a partida mesmo sem alguns de seus principais jogadores, como Lionel Messi e Angel Di Maria, possivelmente tentando aproveitar que Tite teria uma seleção mais fraca. 

O que acabou confirmando a suspensão da rodada foi um posicionamento do governo da Colômbia, que deveria receber a Seleção Brasileira no último dia 26. No dia 5 de março, o ministro da Saúde do país, Fernando Ruiz, descartou a entrada de um voo do Brasil, ainda que fretado. 

"Hoje veria como muito difícil a entrada de qualquer voo do Brasil, não teria como justificar a entrada de um voo fretado diante de outras populações, não teria como apresentá-lo", disse Fernando Ruiz, em um comunicado.

Com isso, a Conmebol se viu obrigada a suspender os jogos, mesmo com três países - Argentina, Bolívia e Uruguai - sendo favoráveis a atuar apenas com atletas que jogam na América do Sul.

Até o momento, a instituição sul-americana não confirmou novas datas para os confrontos que aconteceriam nesta janela, mas é provável que eles sejam distrbuídos como a Europa tem feito, com janelas tendo três jogos ao invés dos dois normais.