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Por falta de semicondutores, Volkswagen dá férias coletivas a trabalhadores

Por falta de semicondutores, Volkswagen dá férias coletivas a 2,5 mil trabalhadores
Por falta de semicondutores, Volkswagen dá férias coletivas a 2,5 mil trabalhadores
  • Trabalhadores ficarão ausentes por 20 dias;

  • Ao todo, 2,5 mil metalúrgicos serão afetados;

  • Fábrica da Volkswagen paralisada fica em São Bernardo do Campo (SP).

Após a Mercedes-Benz dar férias coletivas a 5,6 mil funcionários devido à falta de semicondutores para a produção de carros, hoje foi a vez da Volkswagen anunciar a redução da produção pela escassez do produto.

A montadora alemã irá colocar 2,5 mil trabalhadores de sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP) em férias coletivas. Os empregados irão ficar ausentes por 20 dias, entre os dias 9 e 28 de maio. A notícia foi confirmada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Ao todo, a fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo possui 8,2 mil trabalhadores. Destes, 4,5 mil metalúrgicos atuam na produção. Ou seja, as férias serão dadas a 55% dos empregados do setor fabril.

Atualmente o Brasil conta com uma fábrica de semicondutores, a única em toda América Latina, a Ceitec (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada), localizada no Rio Grande do Sul.

No entanto, a estatal não produz chips para a indústria automobilística. Conhecida como "Estatal do Chip do Boi", a Ceitec tem sua produção voltada para equipamentos de monitoramento de animais, além de parcelas para componentes de pagamentos para pedágios, acessos a estacionamentos e condomínios, e outros.

Nos últimos meses o governo federal vem falando sobre o fechamento da fábrica, ao mesmo tempo em que o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirma querer subsidiar novas empresas estrangeiras de semicondutores que queiram produzir no Brasil.

Os esforços de desestatização do governo foram, no entanto, frustrados pelo Tribunal de Contas da União, que destacou tanto irregularidades no processo, quanto falta de justificativa ao interesse público.

"Os motivos que conduziram à liquidação da Ceitec não se sustentam, carecendo de maior fundamentação, pois se apoiaram em análises que não ponderaram relevantes perdas e dispêndios de recursos públicos como consequências imediatas desta linha de ação, nem consideraram a evidente tendência atual de melhoria dos indicadores financeiros da empresa, bem como eventuais medidas que poderiam ser adotadas para incrementar tal evolução", disse o ministro Vital do Rêgo.

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