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Por causa da variante Delta, Rio pediu ao Ministério mais doses de vacinas contra a Covid-19

·3 minuto de leitura

O estado do Rio é a unidade federativa que mais confirmou casos da variante Delta no Brasil. Dados recentes mostram que 16% dos casos de Covid no Rio já eram da Delta e até o momento foram confirmadas três mortes pela nova cepa do coronavírus. Com o avanço da variante, o governo do estado pediu ao Ministério da Saúde um acréscimo de doses da vacina contra a Covid-19.

O pedido parte da premissa que cidades de fronteira em todo o Brasil recebeu nas últimas remessas mais doses do Ministério para tentar bloquear o avanço da Delta no país. O pedido, no entanto, será avaliado pela pasta que neste sábado discute um novo modelo de divisão dos imunizantes entre os estados.

— Como já terminamos o grupo de risco, pedi para fazer uma nova modelagem para saber a quantidade de vacinas para cada estado. Há alguns estados perguntando porque uns estão vacinando 30 anos, outros 40. Quero entender melhor isso para fazer uma distribuição de melhor equidade. Uma das prerrogativas da nossa secretaria é dar transparência. Precisamos mostrar para a população qual é o fluxo da vacina desde que ela chega no Brasil até a distribuição, com o processo de segurança — disse Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de enfrentamento à Covid do Ministério Saúde, completando que ainda analisará a situação do Rio:

— Pedi um relatório do Rio porque há notícias que o Rio vacinou outros grupos que não estavam no PNI. Se for verdade é ruim porque damos uma diretriz pensando no todo. Concordo que se estiver uma situação que necessite, damos um aporte maior em algum município, como estamos fazendo nas fronteiras. Mas não dá para um município inventar uma ideia e depois faltar.

A Prefeitura do Rio anunciou, na tarde desta sexta-feira, dia 23, que suspendeu a vacinação de primeira dose por faltas de vacinas contra a Covid-19. Apos o anúncio do secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de enfrentamento à Covid do Ministério Saúde, negou ao GLOBO que haja atrasos na distribuição de doses aos estados. Ela prometeu a distribuição para todo o país, ainda neste domingo, de duas milhões de doses das vacinas AstraZeneca e Coronavac. Segundo a médica, as doses dos imunizantes estão passando pelo processo de avaliação que sempre acontece — que, no caso das produzidas pela Pfizer, pode demorar até cinco dias, e da Astrazeneca e Butantan, até 24 horas.

Questionada sobre o não envio de dois milhões de imunizantes recebidas pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (Coronavac e AstraZeneca), a secretária primeiramente disse que iria checar com a equipe técnica sobre a situação das vacinas. Após o contato, confirmou a entrega para este sábado, dia 24. Há também a previsão de distribuição das doses na segunda-feira, dia 26, de vacinas recebidas pelo Ministério nesta sexta-feira:

— Não temos vacinas paradas. Essa semana nos reunimos e analisamos toda a pauta. Por uma questão de equidade entre os estados, estudaremos uma nova modelagem de distribuição e porcentagens para as federações. A Pfizer, devido à temperatura e importação, passa por outro processo que demora, até a distribuição, de quatro a cinco dias.

O GLOBO apurou que parte do atraso da distribuição das vacinas se deve à troca em setores de distribuição após a saída da antiga coordenadora do Plano Nacional de Imunização Francieli Fantinato. A atual responsável pela pasta negou que as mudanças tenham impactado na distribuição.

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