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Polos em águas profundas e ultraprofundas serão 88% do E&P da Petrobras em 2020

Trabalhador em plataforma da Petrobras na Bacia de Santos, RJ

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras calcula que seus ativos em águas profundas e ultraprofundas representem 88% do total de polos de exploração e produção (E&P) no próximo ano, contra 55% atualmente, uma mudança que ocorrerá enquanto a empresa busca desinvestir em unidades não essenciais e reduzir custos.

Os polos são conjuntos de ativos agrupados pela petroleira estatal, com o objetivo de otimizar as operações da empresa, que realiza um programa bilionário de desinvestimentos com foco em adequar o portfólio para projetos de maior retorno financeiro, essencialmente o pré-sal, nas bacias de Campos e Santos.

"A Petrobras está selecionando aqueles projetos onde tem mais capacidade de recuperar o valor investido, perseguindo custo baixo...", disse nesta terça-feira o diretor-executivo de Relacionamento Institucional da petroleira estatal, Roberto Ardenghy.

Nesse cenário, os polos de exploração e produção em águas rasas devem representar no próximo ano apenas 2% do total, nos planos da Petrobras, contra 8% atualmente. Já os polos em terra devem atingir 10%, ante 37% na mesma comparação.

"Hoje 24% dos nossos campos, em águas profundas, produzem 81% do petróleo que a Petrobras produz, enquanto 76% dos nossos campos, em águas rasas e em terra, produzem apenas 19% do volume produzido", comentou Ardenghy, durante um evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Durante sua apresentação, o executivo também ressaltou o interesse da Petrobras em avançar com seus projetos em parcerias com empresas estrangeiras.

A expectativa, segundo ele, é que os ativos em parceria com outras empresas representem 57% do total em 2020, ante 34% atualmente.

(Por Marta Nogueira)