Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.031,56
    +473,89 (+0,44%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.011,80
    +93,52 (+0,18%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,61
    +0,56 (+0,78%)
     
  • OURO

    1.785,10
    +0,40 (+0,02%)
     
  • BTC-USD

    50.795,40
    -31,43 (-0,06%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.324,00
    +18,88 (+1,45%)
     
  • S&P500

    4.701,21
    +14,46 (+0,31%)
     
  • DOW JONES

    35.754,75
    +35,32 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.337,05
    -2,85 (-0,04%)
     
  • HANG SENG

    23.996,87
    +13,21 (+0,06%)
     
  • NIKKEI

    28.860,62
    +405,02 (+1,42%)
     
  • NASDAQ

    16.379,00
    +61,00 (+0,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2820
    -0,0577 (-0,91%)
     

Polo aquático e bebidas sem álcool: o happy hour de Pedro Guimarães

·2 min de leitura

Quem vê o presidente da Caixa Econômica Federal de terno, gravata e broche não imagina que, por muitos anos, ele dedicou sua vida profissional às piscinas. “Eu nadei até fora do Brasil pela seleção brasileira. Durante muitos anos, enquanto os meus amigos estavam saindo à noite, eu estava no outro dia acordando às 5h da manhã para treinar”, afirma Pedro Guimarães, 50 anos.

Atualmente, por conta do cargo na Caixa, Guimarães mora em Brasília, mas diz que sua terra natal, o Rio de Janeiro, é o seu lugar preferido e que sente muita saudades de nadar na região do posto 11, no Leblon. Nos momentos de lazer, o filho mais novo, de 12 anos, é companhia garantida para jogar polo aquático.

“Se eu sentar pra ler um livro ou pra ver um filme, eu quero pensar pouco, porque eu já estou exausto”, revela Guimarães, que diz gostar muito de assistir esporte, principalmente as modalidades olímpicas, e indica a série House como uma das suas preferidas.

O presidente da instituição, Pedro Guimarães, explica as dificuldades enfrentadas no atendimento à população que, em alguns momentos, enfrentou longas filas e problemas no aplicativo CAIXA Tem, e fala sobre o foco na saúde financeira do banco que teve lucros recordes no período da pandemia.

Do total de 68,1 milhões de beneficiários que receberam ao menos uma parcela do auxílio emergencial, 38,1 milhões não estavam na base de cadastro para benefícios sociais do governo. O presidente da Caixa Econômica associa as filas ao processo de inclusão do grande número dos chamados invisíveis ao sistema.

“Quando a gente lançou o primeiro aplicativo eu lembro que as pessoas perguntavam: ‘Como vocês vão achar os invisíveis?’(...) Só no primeiro dia de auxílio emergencial, 42 milhões de brasileiros de cadastraram”, afirma Guimarães. Sobre as falhas no aplicativo CAIXA Tem, ele contabiliza 22 atualizações que teriam resolvido os problemas.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos