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Policiais da Coreia do Sul são proibidos de comprar criptomoedas

·3 minuto de leitura
Polícia em Miniatura investigando uma moeda física de Bitcoin
Polícia em Miniatura investigando uma moeda física de Bitcoin

A polícia da Coreia do Sul está sendo proibida de comprar criptomoedas. A medida tem sido reforçada no país, que espera dar mais transparência sobre o mercado.

A Coreia do Sul é um dos principais territórios a negociar criptomoedas no mundo, com cerca de 30 mil bitcoins negociados só nas últimas 24 horas.

Com o aumento da popularidade das criptomoedas, o mercado vê surgir algumas regulações. Mas crimes com uso desses ativos digitais também aumentaram, exigindo da polícia local que mais investigações fossem feitas.

Polícia da Coreia do Sul recebe nova diretriz polêmica: proibidos de comprar criptomoedas e devem declarar suas posses

Uma pressão na Coreia do Sul contra funcionários públicos principalmente, chamou atenção nos últimos dias. Isso porque, uma nova diretriz emitida pela Agência Nacional de Polícia da Coreia bane que alguns policiais comprem criptomoedas.

A medida afeta policiais que investigam crimes com criptomoedas, que devem ainda declarar suas posses atuais. Quem já tem criptomoedas não seria, a princípio, obrigado a vender, desde que seja corretamente informado.

Caso algum policial desrespeite a nova medida, punições severas foram prometidas pela agência, ainda sem muitos detalhes.

Os escritórios afetados pela novidade são: o Cyber ​​Bureau, a Unidade de Investigação de Crimes Públicos e Anticorrupção, a Unidade de Investigação de Crimes Financeiros e o Escritório de Auditoria e Inspeção, de acordo com o Forkast News.

Apesar da citação dessas unidades policiais, o efetivo policial de outras divisões estão desaconselhados de investir em criptomoedas também. Como algumas investigações levam a flutuações no preço do Bitcoin, a Agência Nacional de Polícia quer evitar que seus agentes especulem com esses ativos, visto que muitos terão informações privilegiadas.

Assim, a proibição imposta aos policiais de comprar Bitcoin daria mais transparência aos investidores do mercado, recebida pelos oficiais com resistência.

Policiais lutam por liberdade de fazer as próprias escolhas econômicas

A medida anunciada na Coreia do Sul é controversa porque o preço do Bitcoin varia, de fato, em relação ao dólar. Dessa forma, a cotação nos países que não usam a moeda norte-americana costuma oscilar segundo o cenário internacional, nem tanto nacional.

Revoltados com as medidas, alguns policiais protestaram, lutando agora pela liberdade de fazer suas próprias escolhas. Um agente da polícia teria dito até que a proibição de negociar criptomoedas criminaliza os policiais, e é equivalente ao controle de estados comunistas, como a vizinha Coreia do Norte.

Outro ponto levantado pelos policiais que se revoltaram com a medida é que, ao evitar o uso de criptomoedas, as investigações neste setor serão mais difíceis, visto que os agentes não teriam habilidades em entender criptomoedas.

Na Coreia do Sul, investigações sobre corretoras hackeadas e até esquemas de pirâmide estão sendo conduzidas pela polícia. Segundo levantamento do Forkast, seriam 21 investigações em andamento relacionadas com criptomoedas no país hoje.

A população sul-coreana vive uma onda de desconfiança contra o governo e funcionários públicos. Ou seja, a proibição de se comprar criptomoedas seria uma resposta do governo que luta para melhorar a transparência de seus trabalhos.

No entanto, funcionários públicos que não trabalham diretamente com criptomoedas também poderão começar a receber o mesmo tratamento, ainda que especialistas não acreditam que a proibição seja o meio mais eficaz de lidar com o assunto.

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