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Polícia investiga se sogro furtou casa de palmeirense esfaqueada durante enterro dela

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Érica Fernandes Ceschini, palmeirense morta a facadas após final da Libertadores. Marido é o principal suspeito. Foto: Instagram / Reprodução
Érica Fernandes Ceschini, palmeirense morta a facadas após final da Libertadores. Marido é o principal suspeito. Foto: Instagram / Reprodução

A Polícia Civil investiga o furto dos bens da representante comercial Érica Fernandes Ceschini, torcedora palmeirense morta a facadas pelo marido corintiano, Leonardo Souza Ceschini. O assassinato ocorreu após a vitória do Palmeiras na Libertadores, no dia 31 de janeiro, no apartamento do casal, na zona oeste de São Paulo.

O principal suspeito, segundo BO, é Alexandre Estevam Ceschini, sogro da vítima e pai do assassino. Do imóvel, foram levados duas TVs, um micro-ondas, eletroeletrônicos e joias. O carro dela também foi levado.

O furto foi cometido enquanto o corpo da vítima era velado e sepultado, no dia 1º de fevereiro.

Um boletim de ocorrência registrado por parentes de Érica relata que o sogro e outras pessoas levaram os bens que estavam no apartamento, onde o casal morava com os filhos gêmeos de 2 anos.

Já o celular da vítima e documentos das crianças teriam sido furtados por uma mulher identificada como advogada da família do assassino.

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A irmã de Érica, Aline Fernandes, afirmou ao G1 que Alexandre confessou ter retirado o Jeep Renegade e outros pertences do apartamento. Em uma conversa no WhatsApp, o pai do assassino disse a ela que o carro estaria com um advogado.

Ainda segundo Aline, o porteiro do prédio lhe contou que Alexandre furtou os pertences acompanhado de outros parentes.

Procurado pelo G1, Alexandre não comentou o assunto. O contato com a suposta advogada também não foi retornado.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa da SSP (Secretaria da Segurança Pública) informou que o 33º DP "realiza diligências para esclarecer todas as circunstâncias do crime" de furto dos bens de Érica. Sobre o assassinato cometido por Leonardo, a pasta informou que a prisão preventiva do empresário foi decretada e que "o inquérito policial foi relatado e encaminhado à Justiça".