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Polícia de SC prende golpistas que vendiam criptomoedas falsas

·2 min de leitura

Os golpes com criptomoedas continuam sendo muito comuns dentro do ecossistema, desde as moedas de pull rug no setor DeFi ou a boa e velha pirâmide, o que exige que as autoridades continue atuando contra os contraventores do setor.

A Polícia Civil de Santa Catarina, através da Delegacia de Defraudações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais, DEIC, realizou nessa quarta-feira, 1º de dezembro, a operação Nasda Coin, com o objetivo de investigar e agir contra criminosos e golpistas que realizam vendas falsas de criptomoedas.

O começo da operação contou com a execução de diferentes mandados de prisão nos municípios de São José Palhoça, na Grande Florianópolis. De acordo com as informações, os investigados anunciavam a venda de criptomoedas em diferentes redes sociais e até mesmo em plataformas de vídeos.

O problema é que nenhuma das criptomoedas anunciadas existiam e todos os investidores foram enganados pelos investigados.

Operação Nasda Coin

A operação foi estabelecida pela Polícia Civil após diferentes boletins de ocorrência terem sidos registrados por vítimas que acusavam os investigados de venderem criptomoedas que não existiam. A polícia afirmou que durante as propagandas as supostas criptomoedas eram até mesmo comparadas com o Bitcoin.

As vítimas afirmam que após os acusados receberem os valores pagos em dinheiro em espécie eles prometiam uma valorização acima dos 100% em curto prazo. Mas, como é de se imaginar a promessa era uma grande mentira, os investidores não recebiam os lucros de seu investimento e também não recebiam o valor inicial que foi aplicado.

De acordo com a polícia de Santa Catarina, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, na residência e escritório dos investigados, sendo apreendidos diversos documentos, computadores, notebook, telefones celulares e outros objetos que comprovam a prática do crime e mais dois veículos.

Foram registrados Boletins de Ocorrência (BOs) informando que os investigados anunciavam, inclusive em rede social de vídeo, a venda de criptoativos, que não existiam, fazendo comparação ao bitcoin, e após receber valores em espécie das vítimas, prometiam valorização acima de 100% em curto espaço de tempo, sendo que esta nunca era entregue, nem o valor inicial aplicado.

Não foram informados quantos acusados foram presos durante a operação, mas as investigações continuam.

Fonte: Livecoins

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