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Polícia prende em flagrante 18 cambistas que vendiam irregularmente ingressos no entorno do BioParque

·2 minuto de leitura

Policiais da 17ª DP (São Cristóvão) prenderam em flagrante, na manhã desta sexta-feira, dia 30, 18 cambistas acusados de vender irregularmente ingressos no entorno do BioParque, na Zona Norte do Rio. Investigações da distrital mostraram que os suspeitos adquiriam boa parte dos tíquetes com antecedência, forçando os visitantes a comprarem entradas com valores superiores aos dos ofertados pelo site oficial do espaço. Durante cerca de um mês, agentes atuaram infiltrados, gravando imagens da atuação dos criminosos.

De acordo com o delegado Márcio Esteves, titular da 17ª DP, parte dos presos já possuía diversas anotações criminais, inclusive pela prática do mesmo crime. Agora, o inquérito irá apurar forma como os ingressos eram adquiridos por eles,

— A venda de ingressos por cambistas traz sérios prejuízos a sociedade, que tem seu direito ao lazer restringido pela ação criminosa desses elementos — observou o delegado.

Há 20 dias, o EXTRA mostrou que ingressos do BioParque, vendidos a R$ 40, a inteira, e a R$ 20, a meia-entrada, no site oficial, eram arrematados com antecedência pelos cambistas, que chegavam a revendê-los por até R$ 50. A reportagem flagrou três homens vendendo os tíquetes. Na ocasião, ao desembarcar no local, a equipe foi imediatamente abordada por um deles.

O homem, que se identificou como Valmir, agia sem qualquer discrição, mesmo diante de guardas municipais: “Ingresso? Comigo é mais barato!” Em seguida, explicou que, para dias de semana, vendia as entradas por R$ 30, sem informar se era inteira ou meia, já que o bilhete é identificado por QR Code. Já para o sábado seguinte (hoje), faria por R$ 50. No site do BioParque, o valor é igual para qualquer dia da semana.

“Como a procura é maior e fica mais difícil de conseguir (o bilhete), eu faço para você por R$ 50 para esse sábado”, disse o cambista, que rechaçou a possibilidade de o comprador ser barrado, sem informar se os bilhetes revendidos por ele eram meia-entrada, inteira ou gratuidade. Outro cambista disse a uma família que aceitava pagamento por PIX, dinheiro ou cartão.

Nas redes sociais, pessoas relatavam frustração ao tentar adquirir bilhetes para conhecer o BioParque nos fins de semana. Há queixas até nos perfis oficiais do parque. Uma publicação, feita há duas semanas, chama atenção: “Colocam vendas exclusivas pela internet, daí tudo esgotado. Pra chegar na Quinta e ter 30 cambistas!”

Márcio Esteves pontua que os cambistas presos nessa manhã agiam de forma orquestrada e coordenada, em grupos ou duplas. Eles foram autuados por crime contra a ordem popular e associação criminosa.

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