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Polícia prende casal acusado de obter R$ 4 milhões com esquema de pirâmide na Região Serrana e na Baixada Fluminense

·2 min de leitura

Depois de sucessivos casos em Cabo Frio, na Região dos Lagos, mais um escândalo de pirâmide financeira ganha os holofotes no estado do Rio, desta vez com foco em municípios da Baixada Fluminense e da Região Serrana. Policiais da 105ª DP (Petrópolis), coordenados pelo delegado André Prates Fraga, prenderam, na tarde desta terça-feira, José Tiago de Oliveira Filho e Samantha Carretero Cerqueira. Acusado de estelionato, o casal era alvo de mandados de prisão expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Petrópolis.

De acordo com a Polícia Civil, a dupla figura em pelo menos 63 ocorrências registradas em cinco diferentes municípios até agosto de 2021: Petrópolis, Paty do Alferes e Miguel Pereira, todas na Região Serrana, e as vizinhas Magé e Duque de Caxias, já na Baixada Fluminense. A investigação apontou que o esquema protagonizado pelo casal pode ter feito quase dez mil vítimas, movimentando aproximadamente R$ 4 milhões.

Ainda segundo a 105ª DP, José Tiago criou, em meados do ano passado, uma empresa chamada Start Investimentos, com o objetivo de, supostamente, intermediar operações no mercado financeiro. A empresa, contudo, nunca chegou a ser formalmente constituída, não possuindo registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou sequer CNPJ.

O casal se apresentava como diretores da Start Investimentos e fazia a captação de clientes através de palestras online. Para dar um ar de legalidade à operação, eles chegavam a distribuir brindes com a logomarca da empresa. Com o intuito de atrair mais investidores, José Tiago e Samantha ostentavam nas redes sociais fotos que denotavam uma rotina de luxo.

A dupla também cooptava intermediários, que auxiliavam na busca ativa por novos clientes. Aos interessados e consultores, os dois afirmavam que realizavam transações como a compra de ações de grandes empresas, tais quais Google, Facebook, Amazon, Heineken e Coca-Cola, entre outras. A promessa era de lucro muito acima dos praticados pelo mercado, podendo chegar a cerca de 10% ao mês sobre o valor aportado.

Entretanto, não havia qualquer compra de ações, e todo o capital depositado pelas vítimas ficava em uma conta-corrente em nome de José Tiago. Para os investigadores, o aumento exponencial no número de clientes, viabilizado com o apoio dos consultores, permitiu que a pirâmide financeira ganhasse proporções enormes.

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