Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.667,22
    +19,23 (+0,02%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.656,85
    -141,53 (-0,27%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,42
    +0,14 (+0,17%)
     
  • OURO

    1.765,30
    -3,00 (-0,17%)
     
  • BTC-USD

    61.297,44
    +1.577,52 (+2,64%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.431,57
    -20,07 (-1,38%)
     
  • S&P500

    4.486,46
    +15,09 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    35.258,61
    -36,15 (-0,10%)
     
  • FTSE

    7.203,83
    -30,20 (-0,42%)
     
  • HANG SENG

    25.409,75
    +78,75 (+0,31%)
     
  • NIKKEI

    29.025,46
    +474,56 (+1,66%)
     
  • NASDAQ

    15.287,50
    +153,00 (+1,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4050
    +0,0012 (+0,02%)
     

Polícia liga grupo cibercriminoso à máfia italiana e prende mais de 100 pessoas

·2 minuto de leitura

A modernização chegou a uma das organizações criminosas mais tradicionais do mundo, quando a Europol anunciou a prisão de 106 pessoas, pertencentes a uma quadrilha de cibercriminosos que teria ligação direta com a máfia italiana. O grupo teria sido responsável por fraudes equivalentes a mais de US$ 11,7 milhões apenas no ano passado, a partir de ataques que envolviam a clonagem de chips de smartphones, e-mails fraudulentos e roubo de credenciais.

A operação que levou ao fim da quadrilha envolveu a cooperação da Europol com as autoridades da Itália e Espanha. A maior parte das prisões aconteceu no Tenerife, região espanhola das Ilhas Canárias, onde a polícia afirmou que ficava a base central da operação, que envolvia uma estrutura de pirâmide organizada e diferentes indivíduos com cargos bem definidos.

Os acusados, em sua maioria cidadãos italianos, tinham funções que iam desde o recrutamento de novos membros para as atividades de intrusão e lavagem de dinheiro, laranjas para receberem os montantes furtados e, claro, especialistas em cibercrime. O grupo também parecia engajado na clonagem de cartões de crédito, a partir de maquininhas comprometidas, e no plantio e distribuição de maconha.

Segundo as autoridades, foram centenas de vítimas em uma série de golpes que envolviam, principalmente, e-mails fraudulentos voltados a italianos. O foco era convencer as vítimas a enviarem grandes quantias a contas bancárias sob o controle dos criminosos, com o montante, na sequência, sendo pulverizados por meio de empresas fantasmas e laranjas, além da compra de criptomoedas.

Os 106 presos na operação serão acusados de crimes como lavagem de dinheiro, fraude bancária, fraude online e tráfico de drogas, entre outros. Os trabalhos também envolveram o congelamento de 118 contas bancárias que faziam parte dos trabalhos da quadrilha e mandados de busca e apreensão em 16 endereços, onde foram apreendidos 224 cartões de crédito e diversos outros dispositivos eletrônicos, bem como terminais de pagamento, chips de celular, pés de maconha e equipamentos voltados ao cultivo da erva.

No comunicado sobre as prisões, a Europol enalteceu a cooperação entre as forças policiais da Itália e da Espanha, com especialistas forenses e em crimes digitais sendo enviados ao Tenerife para auxiliarem nas buscas, apreensões e prisões. As autoridades, por outro lado, não disseram por quanto tempo a quadrilha esteve ativa, enquanto os acusados, agora, permanecem à disposição da justiça.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos