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Polícia investiga se assassinato de indígena está relacionado a conflitos agrários na Bahia

·1 minuto de leitura

RIO — Um indígena tupinambá foi morto a tiros na manhã da última quinta-feira na Aldeia Indígena Tapuã, situada na Serra das Trempes, na divisa dos municípios de Una e Ilhéus, na Bahia. Alex Barros Santos da Silva, de 37 anos, foi atingido quando roçava a sua terra.

A Polícia Civil apura o caso. Em nota, a corporação informou que uma das linhas de investigação "indica que a motivação pode estar relacionada a conflitos agrários, naquela região". Outras hipóteses não foram descartadas.

Testemunhas relataram que Silva foi surpreendido com a chegada de três homens encapuzados e fortemente armados. O bando chegou atirando e não deu tempo da vítima reagir. De acordo com a Polícia Civil, os criminosos portavam armas longas, renderam a vítima e deflagraram os tiros.

A Associação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme) publicou uma nota na qual denuncia que a Aldeia Indígena Tapuã vem sendo alvo de ataques há alguns anos. E menciona o assassinato do líder Pinduca Tupinambá, em maio de 2015, que teria sido uma retaliação por suas atividades como liderança indígena e por disputas por terras.

"Esse tipo de violência contra os povos indígenas têm que acabar, nenhuma gota de sangue a mais, não podemos normalizar uma situação que vem se estendendo a séculos no Brasil, país esse que a bandeira é manchada de sangue indígena, basta", diz o texto da Apoinme.

A entidade também afirma que "os ataques de ódio contra o povo vem aumentando diariamente", sobretudo após a tramitação do julgamento do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal (STF) e projetos de lei anti-indígena. A Apoinme acrescenta que não descarta que o assassinato de Alex tenha sido "por motivos de ódio, intolerância étnica e disputa pela terra Tupinambá".

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